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Efeito da pectina cítrica modificada na resposta esplênica em modelo experimental de toxicidade aguda induzida pela cisplatina

Processo: 22/07617-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2023
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Cristiane Damas Gil
Beneficiário:Rodrigo Pereira Barbosa
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Galectinas   Imuno-histoquímica   Macrófagos   Ratos Wistar   Inflamação
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Galectinas | imuno-histoquímica | Macrófago | ratos Wistar | Inflamação

Resumo

A pectina cítrica é um polissacarídeo complexo, derivado de cascas de frutas cítricas, que pode ser modificada por meio de um pH específico e tratamento enzimático que a torna de baixo peso molecular e facilmente absorvida no intestino. A pectina cítrica modificada (MCP) produz efeitos pleiotrópicos, incluindo efeitos anti-proliferativos, anti-metastáticos e imunomodulatórios. A MCP também antagoniza os efeitos da proteína galectina (Gal)-3, demonstrando benefícios em modelos pré-clínicos e clínicos. Estudos do nosso grupo utilizando modelo de toxicidade por cisplatina em ratos mostram que a MCP reduz não somente os níveis de Gal-3, mas também regula as Gal-1 e Gal-9 no fígado. Assim, neste estudo avaliaremos o efeito da MCP na toxicidade esplênica induzida pela cisplatina em ratos Wistar. Os animais serão divididos em 4 grupos (n = 5): SHAM - receberá salina estéril via injeção intraperitoneal; MCP - receberá por via oral 100 mg/kg/dia de MCP por 7 dias, seguido por mais 3 dias de salina estéril i.p.; CIS - receberá via i.p. 10 mg/kg/dia de cisplatina por 3 dias; MCP+CIS - receberá MCP por 7 dias seguido da cisplatina via i.p. por mais 3 dias. Após seis horas da última dose de cisplatina ou veículo, os ratos serão submetidos a eutanásia para coleta do baço e processamento para as seguintes análises: I) histologia do baço; II) análise e quantificação dos macrófagos; III) possíveis alterações na expressão das galectinas (-1, -3 e -9) por imuno-histoquímica e western blotting. Nos transcriptomas publicamente disponíveis do repositório Gene Expression Omnibus (GEO), avaliaremos os níveis transcricionais de LGALS1, LGALS3 e LGALS9 utilizando estudos que envolvam resposta esplênica frente a diferentes drogas citotóxicas. Os resultados contribuirão para o melhor conhecimento dos efeitos imunomodulatórios da MCP no modelo de esplenotoxicidade induzida pela cisplatina, bem como seus efeitos na modulação dos níveis das galectinas.

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