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Análise comparativa do perfil neuromuscular dos músculos extensores de joelho de jovens entre 13 a 15 anos treinados em força, resistência e não treinados

Processo: 22/13273-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2023
Vigência (Término): 30 de junho de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Cláudia Mattiello-Sverzut
Beneficiário:Ester da Silva Estevam
Supervisor: Sebastien Ratel
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Clermont Auvergne (UCA), França  
Vinculado à bolsa:22/01644-8 - Fadiga muscular periférica de membros superiores em crianças e adolescentes com doenças neuromusculares: avaliação pelo dinamômetro de preensão palmar (bulbo), BP.IC
Assunto(s):Pediatria   Fisiologia musculoesquelética   Plasticidade muscular   Força muscular   Fadiga muscular
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:endurance | fadiga | força | Pediatria | Pediatria

Resumo

Os músculos esqueléticos podem se adaptar às diferentes restrições impostas pelo ambiente devido ao fenômeno denominado plasticidade muscular. Em pessoas saudáveis e com doenças crônicas, o objetivo é aumentar as funções e habilidades motoras por meio de protocolos de treinamento para aumentar a força ou resistência muscular. O treinamento de força consiste em utilizar diferentes tipos de carga resistiva e diversas modalidades de treinamento, repetidas por um período prolongado e suficiente para induzir adaptações fisiológicas. Ao avaliar o torque isométrico voluntário máximo e a atividade eletromiográfica, é possível analisar o nível de atividade muscular e, de forma mais geral, a função muscular. Assim, o objetivo do presente projeto é comparar o perfil neuromuscular dos extensores do joelho (torque isométrico voluntário máximo, atividade eletromiográfica, nível de ativação voluntária e arquitetura muscular) entre crianças de 13 a 15 anos treinadas em força, resistência, e não treinadas. Os dados de crianças treinadas e não treinadas foram previamente coletados/analisados. O objetivo será recrutar e testar quinze crianças treinadas em força para comparação com os dois primeiros grupos. Para a avaliação neuromuscular, o torque isométrico voluntário máximo dos músculos flexores e extensores do joelho será medido por meio de um dinamômetro isocinético (Cybex NORM; Lumex, Ronkonkoma, NY). A estimulação magnética periférica do nervo femoral e as medidas eletromiográficas do vasto lateral, reto femoral e bíceps femoral determinarão a ativação voluntária e as propriedades contráteis do músculo. Além disso, a arquitetura muscular será definida por meio de ultrassom muscular. (AU)

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