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Localização subcelular do vírus Oropouche em culturas de fatias de cérebro humano usando microscopia de super-resolução

Processo: 23/01202-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2023
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Adriano Silva Sebollela
Beneficiário:Glaucia Maria de Almeida
Supervisor: Akira Ono
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Michigan, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:21/12263-2 - Alterações teciduais-moleculares associadas a infecções virais em culturas de fatias de cérebro humano adulto, BP.DR
Assunto(s):Virologia   Vírus Oropouche   Cérebro   Cultura de tecidos   Microscopia de super-resolução   Neurociências
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:neurotropic virus | Virologia

Resumo

Culturas de fatias de cérebro mantém a citoarquitetura e as conexões celulares presentes no tecido cerebral, e têm sido amplamente aplicadas na pesquisa na área de neurociência. Em nosso laboratório, desenvolvemos um método para cultura de tecido cerebral humano adulto em condições "free-floating". Nos últimos anos, temos aplicado esse modelo para estudar aspectos celulares e moleculares associados à neuropatogenicidade de vírus neurotrópicos emergentes, como o vírus Oropouche (OROV), arbovírus que causa uma doença febril endêmica na América do Sul. Estudos recentes relataram a presença de OROV no líquido cefalorraquidiano em pacientes com meningoencefalite, bem como sintomas neurológicos como diplopia e nistagmo. Usando o modelo de fatia do cérebro humano, mostramos pela primeira vez que o OROV infecta e se replica em células neurais obtidas de doadores adultos. Observamos que OROV infecta preferencialmente a microglia, mas também infecta os neurônios. Curiosamente, a distribuição das proteínas de OROV parece ser diferente na microglia e nos neurônios, sugerindo que a montagem do OROV pode ser mecanisticamente distinta em cada tipo de célula. Motivados por essas descobertas, pretendemos agora focar na determinação da localização subcelular de partículas/proteínas de OROV em células infectadas em fatias de cérebro usando imagens de super-resolução. A super-resolução será obtida usando microscopia de expansão, uma técnica recentemente desenvolvida e que permite imagens de super-resolução em amostras espessas como fatias de cérebro. Prevemos que esta abordagem contribuirá significativamente para o avanço do meu projeto de doutorado e, além disso, para o conhecimento da área sobre a biologia da infecção pelo vírus Oropouche no sistema nervoso central humano. (AU)

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