| Processo: | 22/16614-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Ana Flávia Nogueira |
| Beneficiário: | Murillo Henrique de Matos Rodrigues |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Empresa: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Química (IQ) |
| Vinculado ao auxílio: | 17/11986-5 - Geração e Armazenamento de Novas Energias: trazendo desenvolvimento tecnológico para o país, AP.PCPE |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/07743-6 - Engenharia de formação de perovskitas 2D sobre 3D: caracterização e desempenho e estabilidade de dispositivos, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Células solares Estabilidade Interface Radiação síncrotron |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células Solares | estabilidade | Interface | Perovskitas 2D e 3D | síncrotron | Técnicas in situ | Células Solares |
Resumo Esta proposta de pesquisa se insere no contexto global cada vez mais relevante, no qual o desenvolvimento de novas tecnologias energéticas para mitigar o aquecimento global é uma questão crítica para uma sociedade atual dependente de energia. A busca por novas tecnologias sustentáveis de produção e armazenamento de energia torna-se essencial para resolver os problemas de demanda energética e esgotamento dos combustíveis fósseis. Neste contexto, as células solares de perovskita têm recebido atenção significativa devido à alta eficiência alcançada em poucos anos e custo de preparação relativamente baixo. No entanto, sua longevidade fica atrás da tecnologia de silício convencional devido à sua instabilidade em condições ambientais. Atualmente, preparar filmes estruturados de perovskita 2D/3D pelo método de engenharia é uma estratégia para mitigar o problema de estabilidade. As perovskitas 2D de baixa dimensão apresentam alta estabilidade ambiental, enquanto as 3D proporcionam maior eficiência, aproximando a comercialização das células solares de perovskita. Embora, até o momento, haja uma falta de compreensão estrutural sobre a interface perovskitas 2D/3D e como essa interface se comporta sob leves tensões térmicas. Nessa direção e considerando as vantagens da caracterização in situ já bem demonstradas em campos como baterias, eletrocatálise e até mesmo em células solares de perovskita por nosso grupo, propomos o uso de técnicas avançadas de caracterização in situ para monitorar e avaliar a dinâmica de formação e estabilidade sob condições de tensão de perovskitas 2D/3D. (AU) | |
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