| Processo: | 22/13567-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 09 de outubro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 08 de abril de 2024 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Alessandra El Far |
| Beneficiário: | Alessandra El Far |
| Pesquisador Anfitrião: | Pedro Cardim |
| Instituição Sede: | Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidade Nova de Lisboa, Portugal |
| Assunto(s): | Civilização Imperialismo Plantas ornamentais Horticultura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Circulação de saberes e práticas | Civilização | Imperialismo europeu | Plantas ornamentais e horticultura | Representação | Século XVIII e século XIX | Antropologia histórica |
Resumo Este projeto de pesquisa tem como principal objetivo recuperar e analisar um conjunto diversificado de textos e imagens sobre plantas exóticas e ornamentais, veiculado junto ao grande público leitor, para refletir sobre as representações europeias em torno do mundo tropical, que, no interior de uma relação dialética, contribuiu de maneira significativa com o enraizamento das noções de civilização e progresso na Europa do século XIX. Para isso, irei adotar como ponto de partida a leitura sistemática de jornais, revistas, almanaques, manuais e guias portugueses, que falaram sobre a flora brasileira, desde às últimas décadas do século XVIII até a década de 1880, período em que o interesse pelo conhecimento útil e científico das plantas gradualmente cede espaço à busca crescente por espécies raras vindas dos trópicos que passam a atuar como símbolos de distinção social, mas também de soberania imperial. Minha proposta é, com isso, ler desenhos, ilustrações e narrativas sobretudo portuguesas, em razão dos estreitos laços históricos entre Brasil e Portugal, buscando iluminar os mecanismos de representação ali envolvidos, a partir do contexto político do imperialismo, atravessado pelos marcadores sociais de raça, gênero e classe, e atentar, ao mesmo tempo, às redes de conexão transnacionais na produção e circulação de discursos, imagens, práticas e saberes. (AU) | |
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