Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeito terapêutico da irisina em modelo da doença de Parkinson induzido por 6-hidroxidopamina

Processo: 23/02355-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2023
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Luiz Roberto Giorgetti de Britto
Beneficiário:Nicole Miki Kamidai
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Parkinson   Neuroproteção   Tratamento   Oxidopamina   Sistema nervoso
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doença de Parkinson | Irisina | Neuroproteção | Tratamento | 6-Ohda | Sistema Nervoso

Resumo

A proteína transmembrana FNDC5 - expressa nos músculos esqueléticos, coração e cérebro - quando clivada, libera o peptídeo irisina responsável por mediar alguns dos efeitos benéficos promovidos pela atividade física. Estudos recentes mostraram que a irisina é capaz de resgatar a plasticidade sináptica do hipocampo e exercer papel neuroprotetor em modelo da Doença de Alzheimer. Dentre as doenças neurodegenerativas, a doença de Parkinson (DP) é listada como a segunda mais comumente encontrada em idosos, sendo caracterizada pela perda dos neurônios dopaminérgicos na substância negra pars compacta. Essa perda de neurônios dopaminérgicos implica uma redução da liberação de dopamina, resultando em uma série de sintomas motores e não-motores. Ainda permanece incerta a causa exata para o início da DP e o tratamento disponível considerado padrão-ouro para a DP - a levodopa - quando utilizado a longo prazo pode promover efeitos colaterais. Dessa maneira, diversos estudos buscam um melhor entendimento dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos na DP e possíveis abordagens terapêuticas. Estudos preliminares em nosso laboratório mostraram resultados promissores com relação à injeção de irisina intracerebroventricular como uma estratégia neuroprotetora em modelo da DP induzido pela 6-hidroxidopamina (6-OHDA) em ratos. No presente estudo, buscaremos avaliar se a irisina é capaz de exercer um efeito terapêutico utilizando o modelo da DP induzido pela 6-OHDA em ratos. Nesse intuito, serão realizados testes comportamentais e técnicas de imuno-histoquímica.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)