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Ascensão e queda do regime de café brasileiro: uma história política e das relações internacionais (1956-1958)

Processo: 22/06317-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2023
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Alexandre Luis Moreli Rocha
Beneficiário:Leonardo Façanha Derenze
Instituição Sede: Instituto de Relações Internacionais (IRI). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):23/11123-8 - Ascensão e queda do regime de café brasileiro: uma história política e das relações internacionais (1956-1958), BE.EP.MS
Assunto(s):Café   Política externa do Brasil
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:café | História das Relações Internacionais | História Global | Juscelino Kubitschek | Organização Internacional do Café | Política Externa Brasileira | História das Relações Internacionais

Resumo

No pós 1945, o café foi o segundo principal produto primário negociado internacionalmente. Há extensa literatura sobre esse sistema global do café, privilegiando as dinâmicas e processos históricos dos anos 1960. Entretanto, apesar do Brasil ser o maior exportador de café no mundo, pouco se sabe sobre a atuação do governo brasileiro nas tratativas da década de 1950 que buscaram institucionalizar internacionalmente tal sistema. Em especial, pouca atenção é dada ao espaço de experiência do multilateralismo do café nas Américas nessa época, que culminaria na realização da Conferência Internacional do Café no Rio de Janeiro, em 1958. Este projeto de pesquisa buscará mapear e produzir uma análise histórica sobre o sistema global do café entre 1956 e 1958, período em que a semente apresentou forte oscilação em seus preços internacionais. Sem perder de vista o contexto global bipolar da Guerra Fria, essa investigação buscará compreender outros elementos levados em consideração pelos atores, particularmente o grande peso das receitas advindas do café para Estados que, à época, escolhiam seus modais de desenvolvimento econômico, como era o caso do Brasil de Juscelino Kubitschek (1956-1961). A partir da perspectiva da História das Relações Internacionais, propõe-se, assim, compreender como diversos atores - Instituto Brasileiro do Café, Ministério da Fazenda e Ministério das Relações Exteriores, além de figuras extra estatais ligadas à produção e exportação de café -, buscaram moldar as relações internacionais do Brasil, em especial em relação à questão do café, discutida em diversos encontros multilaterais entre latino-americanos na segunda metade dos anos 1950. Dessa maneira, nosso objetivo é analisar e identificar como o governo do Brasil buscou transformar sua posição como maior produtor e exportador mundial de café em projeção de poder internacional única.

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