| Processo: | 22/08274-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 08 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal |
| Pesquisador responsável: | Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira |
| Beneficiário: | Fernanda Paiva Silva Pinto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/10831-9 - Explorando os aspectos auditivos de anuros sul-americanos através de métodos fisiológicos e morfológicos, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Anura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anuros | comunicação acústica | emissão otoacústica | Matched filter hypothesis | Comunicação em anuros |
Resumo Hylodidae é uma família de rãs da Mata Atlântica com hábitos reofílicos, que pode ser dividida em dois grupos distintos em relação à sua capacidade de emitir cantos de anúncio: os gêneros mudos (Megaelosia e Phantasmarana) e os gêneros vocalmente ativos (Crossodactylus e Hylodes). Uma outra diferença entre os gêneros mudos e os vocalmente ativos é o diâmetro da membrana timpânica (DMT) em relação ao seu comprimento rostro-cloacal (CRC). Os CRCs das espécies mudas são significativamente maiores que Crossodactylus e Hylodes, no entanto, os DMTs em relação aos CRCs parecem ser menores em gêneros mudos do que vocalmente ativos. Esta peculiaridade também está em desacordo com a associação positiva entre área do tímpano e CRC encontrada em outros anuros. Além do mais, foi demonstrada uma correlação positiva entre sensibilidade auditiva e área do tímpano, todavia, a existência ou não dessa associação em Hylodidae nunca foi testada. Assim, objetivamos investigar se a audição das espécies vocalmente ativas de Hylodidae possui correspondência espectral com suas vocalizações; se a sensibilidade auditiva das espécies vocalmente ativas está ligada aos seus parâmetros acústicos e morfométricos; se as espécies mudas exibem sensibilidade auditiva; e se existe associação entre a sensibilidade auditiva das espécies e os diâmetros de suas membranas timpânicas. Hipotetizamos que as espécies vocalmente ativas possuam audição tonal com seus cantos; que a audição das espécies vocalmente ativas está associada com as características acústicas e morfométricas; que as espécies mudas são surdas; e que a redução do tímpano causa menor sensibilidade auditiva em Hylodidae. Este estudo é pioneiro no Brasil e avançará nos conhecimentos sobre a audição em anuros da Mata Atlântica. | |
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