| Processo: | 23/03525-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Everton Freitas de Morais |
| Beneficiário: | Rafaela Fernanda de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neoplasias bucais Prognóstico Quimiorresistência Transição epitelial-mesenquimal Patologia bucal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cancer oral | prognóstico | quimiorresistência | transição epitélio-mesenquimal | Patologia Oral |
Resumo O carcinoma de células escamosas (CCE) representa mais de 90% de todas as neoplasias malignas da cavidade oral, sendo considerado um câncer bastante agressivo devido a sua taxa de sobrevida em 5 anos de aproximadamente 50%, que é reduzida para menos de 30% em estágios avançados da doença. Em casos de diagnóstico avançado, o tratamento com quimioterapia é frequentemente realizado e a cisplatina, o agente quimioterápico mais utilizado para o tratamento de diversos processos neoplásicos malignos, é a droga de escolha. Entretanto, o desenvolvimento de quimiorresistência é um desafio frequente e os mecanismos associados a tal processo permanecem obscuros. A transição epitelial-mesenquimal (TEM) é conhecida por desempenhar um papel importante na progressão do câncer e na metástase e vem sendo avaliada como possível mecanismo associado ao processo de indução de quimiorresistência. Além disso, a modulação do fenótipo da célula neoplásica pelo processo de TEM, caracterizado pela perda da expressão de marcadores epiteliais como a E-caderina e o ganho da expressão de marcadores caracteristicamente de células mesenquimais como a Vimentina, estão fortemente associados a um pior prognóstico em casos diagnosticados como CCE oral. Compreender o processo de desenvolvimento de quimiorresistência no CCE orais é um fator chave para determinar o sucesso do tratamento oncológico e delinear o manejo adequado dos pacientes. O presente estudo objetiva explorar o impacto da quimiorresistência à cisplatina no comportamento biológico de linhagem celular de CCE oral (células SCC-9) analisando o potencial de migração, invasão, proliferação e viabilidade das células neoplásicas resistentes em comparação com células não-resistentes. Objetiva-se, ainda, identificar o papel da TEM na indução da quimiorresistência, avaliando a expressão dos marcadores E-caderina e Vimentina em nas linhagens de estudo. Espera-se, assim, obter melhores esclarecimentos a respeito do comportamento biológico das linhagens de CCE oral quimiorresistentes, acerca de compreender os mecanismos moleculares adquiridos neste processo. | |
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