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Atividade enzimática das oligopeptidases Ndel1 e/ou ECA no plasma ou soro de pacientes com depressão e transtorno bipolar

Processo: 23/06934-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2023
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Mirian Akemi Furuie Hayashi
Beneficiário:Larissa Ribino Parra
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/13112-8 - Estudo dos mecanismos moleculares e celulares em transtornos mentais: estudos clínicos e modelos animais, AP.TEM
Assunto(s):Depressão   ECA   Oligopeptidases   Psiquiatria   Transtorno bipolar
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:depressão | Eca | Ndel1 | oligopeptidase | Psiquiatria | transtorno bipolar | Psiquiatria molecular

Resumo

A depressão e o transtorno bipolar são transtornos de etiologia complexa, que apresentam influências genéticas e de fatores ambientais para o seu desenvolvimento. A patofisiologia dessas doenças não é plenamente conhecida, assim como ainda não existem biomarcadores que possam auxiliar no diagnóstico. O tratamento farmacológico é também bastante restrito, e se limita a modular a neurotransmissão monoaminérgica, já que uma das poucas hipóteses conhecidas para explicar o desenvolvimento dessas doenças é baseada no desbalanço de vias noradrenérgicas, serotoninérgicas e dopaminérgicas. Entretanto, outras vias, como a via neuropeptidérgica, também podem estar envolvidas na depressão e no transtorno bipolar, assim como já sugerido e demonstrado para a esquizofrenia. O estudo acerca da atividade das oligopeptidases Ndel1 (Nuclear distribution element-like 1) e enzima conversora de angiotensina I (ECA) é motivado pelo fato dessas enzimas serem neuropeptidases que atuam na clivagem de neuropeptídeos como a neurotensina, que já foi demonstrado ser fundamental para a resposta aos antipsicóticos e também foi considerado como sendo um antipsicótico endógeno. A via neuropeptidérgica pode modular a transmissão monoaminérgica, e alterações na atividade da Ndel1 e ECA em indivíduos em primeiro episódio de psicose, com esquizofrenia já foram demonstradas. Portanto, acreditamos que a avaliação da atividade destas enzimas em indivíduos com depressão e transtorno bipolar poderá contribuir para o melhor conhecimento e quiçá para o entendimento da etiologia da depressão, além de permitir observar as possíveis diferenças e/ou semelhanças entre diferentes transtornos mentais, como a depressão, a esquizofrenia e o transtorno bipolar.

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