| Processo: | 22/15192-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Liliane Santos de Camargos |
| Beneficiário: | Roberta Possas de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fitotoxicidade Germinação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | fitotoxicidade | Germinação | partição de reservas | Metabolismo e Fitorremediação |
Resumo O B desempenha papel na estruturação da parede celular, estimula os tecidos reprodutivos e atua na síntese de compostos antioxidantes. O problema surge quando o elemento está biodisponível em grandes concentrações às plantas, podendo causar emergência tardia, diminuição na altura do caule e sistema radicular pouco desenvolvido, em muitos casos a única alternativa é o cultivo de espécies tolerantes àquele ambiente contaminado, perdendo-se o potencial agrícola da área. Como uma ferramenta para a descontaminação de ambientes naturais, a fitorremediação surge como um processo no qual a planta extrai e remove elementos poluentes do ambiente através do seu sistema radicular, podendo assim, recuperar o solo e sua fertilidade. As plantas fitorremediadoras são classificadas de acordo com suas características de retirada do poluente do ambiente, sendo considerado um processo mais sustentável pela utilização de plantas, e além de ser mais seguro, é mais economicamente viável dentre os processos de descontaminação. Apesar do Brasil apresentar grande potencial para descontaminação de áreas contaminadas devido à sua grande biodiversidade, majoritariamente ocorre a utilização de espécies de clima temperado nos processos de fitorremediação no país , e principalmente contaminação causada por metais pesados. Apresenta-se a necessidade de reconhecer o papel fitorremediador de espécies oriundas de áreas tropicais e principalmente sob contaminações causadas por doses tóxicas de micronutrientes, visto a importância agrícola no país. Neste sentido, o presente trabalho busca avaliar a tolerância inicial do algodão herbáceo (Gossypium hirsutum L.r. latifolium Hutch) ao excesso de boro, uma vez que sua possível utilização em processos fitorremediadores traria não só benefícios ecológicos, mas também socioeconômicos dada a importância do cultivo da cultura para a economia. | |
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