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Caracterização do papel da proteína piruvato desidrogenase quinase 3 (PDK3) em melanoma

Processo: 22/13443-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2023
Vigência (Término): 30 de novembro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Céline Marques Pinheiro
Beneficiário:Caroline Miho Shibuya
Instituição Sede: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos , SP, Brasil
Assunto(s):Melanoma   Resistência   RNA interferente pequeno
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:melanoma | Piruvato Desidrogenase Quinase 3 | Reprogramação metabólica | Resistência | siRNA | vemurafenibe | Oncobiologia

Resumo

Diversas células tumorais apresentam uma reprogramação metabólica caracterizada pela substituição da via comum de obtenção de energia pela glicólise, mesmo na presença de oxigênio, denominado efeito Warburg. A piruvato desidrogenase quinase (PDK) apresenta um papel na reprogramação metabólica, por sua ação inibitória no complexo piruvato desidrogenase, desviando o fluxo de piruvato da mitocôndria para a produção de lactato. Nesse contexto, a PDK3, uma das 4 isoformas de PDK, está descrita como superexpressa em melanomas, estando associada ao aumento da sobrevivência celular e à resistência a quimioterápicos. O melanoma constitui 5% dos cânceres de pele e apresenta uma alta taxa de mortalidade. A alteração molecular mais comum neste tipo tumoral é a mutação V600E do gene BRAF, sendo o vemurafenibe uma terapia-alvo utilizada no tratamento de melanoma acometidos por BRAFV600E. Embora novas estratégias estejam sendo utilizadas em combate ao melanoma, o seu prognóstico continua desfavorável quando em estado avançado. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo caracterizar o papel da PDK3 na agressividade do melanoma e na resistência do melanoma ao vemurafenibe. Tal caracterização será realizada por meio de ensaios in vitro para avaliação da viabilidade, proliferac'ao, formac'ao de colonias, apoptose, migrac'ao e invasao das células de melanoma após o silenciamento de PDK3 por siRNA, de forma a explorar a PDK3 como uma possível estratégia terapêutica em melanoma.

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