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A provisão de chuvas da Floresta Amazônica para as áreas agrícolas do Brasil: onde, quanto, e o impacto do desmatamento

Processo: 23/05733-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de setembro de 2023
Vigência (Término): 14 de março de 2024
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de Aragão
Beneficiário:Marcus Vinicius de Freitas Silveira
Supervisor: Patrick W. Keys
Instituição Sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Local de pesquisa: Colorado State University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:22/11698-8 - Impactos climáticos do desmatamento na Amazônia e suas implicações para a sustentabilidade da agricultura, BP.DR
Assunto(s):Agricultura   Desmatamento   Mudança climática   Serviços ambientais   Sensoriamento remoto   Amazônia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Agricultura | Desmatamento | mudança de uso da terra | Mudanças Climáticas | Regulação climática | serviços ecossistemicos | Sensoriamento Remoto

Resumo

A Floresta Amazônica desempenha um papel importante como fonte de umidade para a formação de chuvas no território Brasileiro. Com o intenso desmatamento na Amazônia nas duas últimas décadas, muitas regiões de produção agrícola no país cuja chuva advém em parte da Amazônia podem estar sob crescente risco climático, especialmente as regiões não-irrigadas. Evidências observacionais sobre o efeito do desmatamento na provisão de chuvas, no entanto, ainda são incipientes e carecem de abordagens espacialmente-explícitas. Tais evidências podem ser geradas com o uso de modelos de rastreamento da umidade atmosférica e análises de bacias pluviais, mas o conhecimento a respeito dessas metodologias ainda está altamente concentrado fora do Brasil. Este projeto propõe um treinamento de pesquisa internacional com o objetivo de avançar as análises necessárias para responder as seguintes perguntas de pesquisa da minha tese: (i) Quanto da chuva nas regiões produtoras de soja e milho segunda-safra no Brasil advém da evapotranspiração na Amazônia? (ii) Para as regiões agrícolas em que as chuvas tem dependência considerável da evapotranspiração Amazônica para a sua formação, é possível detectar uma conexão entre mudanças no volume de chuva nestas áreas nas duas últimas décadas e o desmatamento na Amazônia? Durante este treinamento de pesquisa, eu planejo adquirir o conhecimento necessário para utilizar o modelo WAM-2layers e analisar bacias pluviais. O treinamento é proposto para ocorrer durante o segundo semestre de 2023, na Colorado State University, sob a supervisão do Dr. Patrick Keys, que é o cientista responsável por desenvolver os métodos para delimitar e analisar bacias pluviais. Como parte dos ganhos gerados com esta experiência internacional, eu planejo publicar um trabalho científico em uma revista de alto fator de impacto e ajudar na disseminação da ciência sobre bacias pluviais no Brasil. (AU)

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