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"Vanguarda em diluição": A Revista Nova (SP, 1931-1932) e os rumos do Modernismo

Processo: 23/05184-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2023
Vigência (Término): 30 de abril de 2025
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Tania Regina de Luca
Beneficiário:Natalia Zampella
Instituição Sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Era Vargas   Mário de Andrade   Modernismo   História da imprensa
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Antônio de Alcântara Machado | Era Vargas | Mário de Andrade | Modernismo | Paulo Prado | Revista Nova | História da Imprensa

Resumo

O movimento modernista brasileiro delineou-se coletivamente a partir de diferentes grupos e ideias. As revistas, caracterizadas pela agilidade e por serem espaços de socialização, foram porta-vozes privilegiadas do movimento. Ao longo da década de 1920 foi lançado um rol de títulos que colocaram em circulação diferentes percepções do que deveria se entender por modernismo. Em 1931, na cidade de São Paulo, veio a público a Revista Nova (SP, 1931-1932), sob a responsabilidade de destacados nomes do movimento modernista, Mário de Andrade, Paulo Prado e Antonio de Alcântara Machado. A publicação, que sobreviveu até fins de 1932, inseriu-se em contexto político bem diverso do vigente no decênio anterior. O objetivo da pesquisa é analisar de maneira sistemática o periódico que, a despeito de seus responsáveis, não figurou entre as publicações canônicas do movimento. Assim, cabe perguntar acerca do lugar que o periódico ocupou nas redes de sociabilidade dos escritores engajados na renovação estética, bem como compreender o silêncio historiográfico em torno da publicação que se anunciava como nova. Note-se que a revista nunca foi alvo de edição fac-símile, contrariamente a várias de suas antecessoras, e tampouco está disponível em ambiente virtual. Acrescente-se, ainda, que era a única revista do chamado grupo modernista paulista a circular em sua época, o que instiga a averiguar as singularidades da Revista Nova.

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