| Processo: | 23/11107-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Reysla Maria da Silveira Mariano |
| Beneficiário: | Claudia Nise Martins |
| CNAE: |
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais Atividades veterinárias |
| Vinculado ao auxílio: | 22/10568-3 - Flebtier, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Biotecnologia Cães Leishmania infantum Leishmaniose visceral Lutzomyia longipalpis Vacinologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biotecnologia | cão | leishmania infantum | Leishmaniose visceral | Lutzomyia Longipalpis | vacina bloqueadora de transmissão | Vacinologia |
Resumo A leishmaniose visceral (LV) é considerada uma grave doença parasitária, que acomete o homem, sendo fatal quando não tratada. A LV é endêmica no Brasil e na Europa, e, nestes locais tem os cães como os principais reservatórios do parasito (Leishmania infantum), sendo responsáveis pela manutenção da transmissão urbana. Atualmente, é consenso entre os pesquisadores que trabalham com a LV que o controle desta doença tem um nível de complexidade muito grande para que as medidas de controle indicadas pelo Ministério da Saúde possam surtir efeito prático em curto período de tempo. Apesar de estar disponível uma vacina contra a doença canina no Brasil (Leish-Tec®), sua proteção é limitada, e o tratamento da doença canina não elimina o parasito do organismo do animal. Deste modo, o Ministério da Saúde ainda não indica nenhum esquema vacinal para ser empregado na campanha de controle da LV canina (LVC) em nosso país. Entretanto, é consenso no Ministério da Saúde que medidas que contribuam para que o cão com LV deixe de ser considerado transmissor da doença são consideradas fundamentais para redução de novos casos humanos da LV. Além disto, o Ministério da Saúde considera que o tratamento da doença canina poderia induzir cepas resistentes do parasito, que podem agravar a situação epidemiológica de transmissão da doença. Tais fatos demonstram a necessidade do desenvolvimento de novas estratégias biotecnológicas que possam impactar diretamente no controle efetivo da LV humana e canina em nosso país. O presente projeto foi elaborado, seguindo recentes diretrizes do Ministério da Saúde. Deste modo, o objetivo central contempla a produção e teste de formulações vacinais inovadoras contendo antígenos do inseto vetor em associação ao do protozoário causador da LV canina (mercado pet), de modo que tais formulações possam ser produzidas em larga escala. O objetivo desta proposta é desenvolver uma nova solução para a indústria brasileira, particularmente relacionada ao setor de biotecnologia, por meio da elaboração de um novo imunobiológico. Assim, este projeto propõe avaliar a seguinte hipótese geral: "A vacina é capaz de contribuir para o controle efetivo desta doença". Para avaliar esta hipótese, este projeto propõe o teste de novas formulações imunobiológicas (seis proteínas recombinantes triadas por bioinformática), em uma plataforma de ensaios pré-clínicos. Nesta fase, será possível selecionar a melhor formulação contra a LV, passível de produção em larga escala pela indústria. Esta estratégia pretende aumentar a competitividade da indústria nacional, que tem o desenvolvimento biotecnológico na área de saúde baseado na aquisição de tecnologias desenvolvidas por países norte-americanos e europeus, além de contribuir para o controle de um grave problema de saúde pública que é a leishmaniose visceral. | |
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