| Processo: | 22/09982-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Jorge Alberto Marques Rezende |
| Beneficiário: | Heron Delgado Kraide |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/18274-3 - Begomovirus e crinivirus em solanáceas: epidemiologia molecular regional e alternativas sustentáveis de manejo integrado, AP.TEM |
| Assunto(s): | Virologia Begomovirus Controle químico Inseticidas Crinivirus Tomato chlorosis virus Tomateiro Bemisia tabaci |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Begomovirus | Controle Químico | crinivirus | Infecção primária | Virologia |
Resumo O tomateiro (Solanum lycopersicum) é uma das hortaliças de maior importância tanto no Brasil, como no mundo. A cultura do tomateiro está sujeita a uma série de doenças fúngicas, bacterianas e viróticas. Dentre elas, as causadas por vírus apresentam grande importância, uma vez que são de difícil controle. Entre esses merece destaque pela predominância o begomovirus tomato severe rugose virus (ToSRV) e o crinivirus tomato chlorosis virus (ToCV), transmitidos por aleirodídeos do complexo Bemisia tabaci. As características epidemiológicas das doenças causadas por esses vírus são semelhantes em tomateiros. Isso se deve principalmente as inúmeras hospedeiras em comum desses dois vírus e por serem transmitidos pelo mesmo vetor, não sendo raro a aquisição e transmissão simultânea deles (infecções mistas). O controle das doenças associadas a esses dois vírus é difícil e a aplicação de inseticidas é frequentemente utilizada pelos produtores para o controle da B. tabaci MEAM1 na tentativa de minimizar os danos provocados por elas. No entanto, esta alternativa não apresenta a eficiência desejada pois os inseticidas normalmente não são capazes de impedir as transmissões primárias desses vírus, que ocorrem principalmente devido a influxos contínuos de vetores virulíferos vindos de fora das plantações. Nesse trabalho pretende-se avaliar o efeito do tempo de exposição de B. tabaci MEAM1 em tomateiros duplamente infectados e pulverizados com os inseticidas ciantraniliprole, flupiradifusone e afidopyropen na aquisição e transmissão do ToSRV e ToCV para tomateiros em casa de vegetação. Avaliar também o efeito da frequência de aplicação dos três inseticidas no controle da transmissão primária do ToCV e ToSRV para tomateiro por B. tabaci MEAM1 no campo. Os resultados fornecerão informações importantes que irão auxiliar na elaboração de estratégias de manejo destes vírus, otimizar o uso de inseticidas e diminuir os prejuízos ocasionados pelas viroses nos cultivos de tomateiros. (AU) | |
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