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Desenvolvimento de uma vacina de RNA contendo a sequência de um antígeno de Leishmania amazonensis

Processo: 23/14135-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Estímulo a Vocações Científicas
Vigência (Início): 08 de janeiro de 2024
Vigência (Término): 12 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Santuza Maria Ribeiro Teixeira
Beneficiário:Júlio César Bueno da Silva Filho
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biológicas. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ministério da Educação (Brasil). Belo Horizonte , SP, Brasil
Assunto(s):Desenvolvimento de vacinas   RNA   Antígenos   Bioluminescência   Luciferases   Leishmania mexicana   Nanopartículas lipídicas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:antígeno | bioluminescência | leishmania | luciferase | Nanopartículas lipídicas | Vacina de RNA | Desenvolvimento de vacinas

Resumo

Acompanhamento da mestranda Ana Flávia no desenvolvimento do projeto de desenvolvimento de vacina de mRNA para Leishmania amazonensis, avaliando, por meio de experimentos in vitro e in vivo a correlação entre atividade da enzima luciferase com a parasitemia, através da infecção de células de mamíferos e camundongos com linhagens de Leishmania modificadas para expressar luciferase. Dessa forma, por meio de técnicas de biologia molecular como PCR, será quantificado a expressão da atividade da enzima e a bioluminescência relacionado a parasitemia. Utilizando linhagem de L. amazonensis expressando luciferase cedidas pela (CpqRR-Fiocruz) será a base utilizada para inocular os camundongos imunizados e controle nas regiões da pata e orelhas, avaliando posteriormente, pela administração de D-luciferina a expressão de bioluminescência por meio de sistema de imagem IVIS (sistema de imagem in vivo) Spectrum. Concomitantemente, será avaliado a expressão in vitro de L. amazonensis expressando luciferase e de L. amazonensis WT (controle negativo) por meio de análise de bioluminescência por ensaio de luciferase e qPCR. Além das técnicas moleculares empregadas, serão avaliadas as lesões cutâneas provocadas pelas infecções, para avaliar a eficácia dos tratamentos dos camundongos imunizados. (AU)

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