| Processo: | 23/18342-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Mauro Galetti Rodrigues |
| Beneficiário: | Rafaela Mainardi Forti da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/10639-5 - Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudanças do Clima, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Crescimento Defesa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | crescimento | Defaunação de mamíferos | Defesa | Espectro econômico foliar | Potencial fotossintético | Síndrome de ilhas | ecologia de organismos |
Resumo Todas as plantas são suscetíveis à herbivoria e desenvolveram defesas para evitar serem comidas. As plantas criaram vínculos ecológicos com os animais que, se rompidos por modificação ou extinção de vínculo, provocam um efeito cascata. Uma das atuais perdas de vínculos é a defaunação de grandes herbívoros que pode alterar a diversidade e os serviços ecossistémicos, similar ao que ocorre em ilhas que não possuem herbívoros. Portanto, há necessidade de compreender como as futuras florestas serão afetadas pela defaunação, para que possam ser aplicadas ações de mitigação, como a reflorestamento e a reselvageamento. As plântulas são a primeira fase onde esses efeitos podem ser observados, e modificações em suas propriedades, como os traços funcionais, afetarão a composição e estrutura das florestas. Para avaliar o efeito da defaunação na dicotomia entre crescimento, defesa e potencial fotossintético em plântulas selecionamos quatro áreas na Mata Atlântica e mediremos traços morfológicas como teor de matéria seca foliar, densidade foliar, espessura foliar, altura, área foliar, área foliar específica e conteúdo de clorofila. Assim, variações nessas características podem evidenciar o comportamento das plantas na ausência de herbívoros e uma possível adaptação ao novo cenário. Nesta proposta pretendemos combinar um experimento teórico e de campo para compreender em nível comunitário os efeitos da perda de grandes mamíferos herbívoros nos traços de plântulas em florestas tropicais, sendo que esperamos encontrar um relaxamento do investimento em traços contra ocorrência de herbivoria (menores características de defesa), levando a maior competição entre as plântulas para obtenção de recursos (maior teor foliar de clorofila) e desenvolvimento (maior altura, área foliar e área foliar específica). | |
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