| Processo: | 23/16170-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fitogeografia |
| Pesquisador responsável: | Leonardo Maurici Borges |
| Beneficiário: | Yago Barros de Souza |
| Supervisor: | Renske Onstein |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Naturalis Biodiversity Center, Holanda |
| Vinculado à bolsa: | 21/13031-8 - Padrões espaciais de disparidade morfológica e diversidade filogenética: como espaço, tempo e forma moldaram uma flora megadiversa?, BP.DR |
| Assunto(s): | Mata Atlântica Caatinga Cerrado Evolução |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atlantic Forest | Caatinga | cerrado | ecological opportunity | key innovation | plant diversification | Evolução |
Resumo As montanhas compreendem algumas das floras mais diversas do mundo. Devido à sua natureza insular, oferecem uma vasta gama de oportunidades ecológicas que podem levar a inovações-chave seguidas de diversificação de linhagens. Este é particularmente o caso dos Campos Rupestres, um complexo vegetal localizado em antigas montanhas do leste da América do Sul. Embora diferentes processos evolutivos tenham moldado a flora dos Campos Rupestres, sua história evolutiva permanece indefinida devido ao conhecimento escasso sobre padrões espaciais e morfológicos. Aqui propomos investigar o papel das oportunidades abióticas, das interações bióticas e dos traços morfológicos na evolução dos Campos Rupestres. Com base em hipóteses sugeridas para a diversificação deste complexo vegetal, propomos que uma confluência entre fatores abióticos e características específicas do clado impulsionou mudanças nas taxas de diversificação. Para testar esta hipótese, utilizaremos dados de ocorrência, filogenéticos, morfológicos e ambientais de 5 grupos de plantas altamente representados nos Campos Rupestres e na vegetação circundante. Com esses dados, aplicaremos uma abordagem integrativa para testar a influência de fatores abióticos, bióticos e intrínsecos nas taxas de diversificação. Ao abordar os componentes espaciais, ecológicos e morfológicos dos padrões de diversidade nos Campos Rupestres, esperamos compreender a dinâmica evolutiva específica que moldou uma das floras mais endêmicas e diversas do mundo. | |
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