| Processo: | 23/16443-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Aline Mara dos Santos |
| Beneficiário: | Lara Basseres Novais |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cardiotoxicidade Doxorrubicina p53 Transdução de sinais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cardiotoxicidade | Chk2 | Doxorrubicina | p21 | p53 | Quinase de adesão focal (FAK) | Resposta ao dano de DNA | Via ATM | Sinalização celular |
Resumo A cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina é um dos efeitos colaterais mais importantes deste quimioterápico, provocando cardiomiopatias em pacientes oncológicos. A doxorrubicina apresenta como mecanismo de ação a produção de radicais livres e inibição da topoisomerase II, o que resulta em sucessivas quebras no DNA, desencadeando estresse genotóxico que pode culminar na morte do miócito cardíaco. Nesse contexto, estudos mostram que a proteína FAK (quinase de adesão focal) tem um efeito pró-sobrevivência celular e é translocada para o núcleo durante estresse genotóxico de cardiomiócitos, tendo um papel na regulação da degradação de p53. Esses dados indicam que a FAK pode ter um papel relevante na sinalização de resposta ao dano ao DNA (DDR) em miócitos cardíacos, porém ainda é necessário elucidar os mecanismos finos da atuação da FAK nessas vias. Neste projeto, propomos estudar a relação da FAK com os componentes da via ATM/Chk2/p53/p21, uma das mais importantes vias de sinalização de resposta ao dano de DNA em cardiomiócitos. Por meio da inibição de FAK, concomitante ao tratamento com doxorrubicina, serão investigadas: (i) a modulação do número de sítios de c-H2AX e alterações na localização subcelular das proteínas ATM, Chk2 e p53, bem como sua colocalização com FAK, por ensaios de microscopia de super resolução por iluminação estruturada (SR-SIM); (ii) alterações na expressão e/ou ativação de ATM, Chk2, p53 e p21 por western blotting e qPCR; e (iii) a modulação da viabilidade celular por ensaios de MTT frente ao tratamento proposto. Dessa forma, busca-se determinar qual o impacto da FAK nesta importante via de sinalização que opera durante a resposta ao dano no DNA. | |
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