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Impacto da presença de plasmídeos pAA nos fenótipos de virulência de cepas híbridas de Escherichia coli/uropatogênica.

Processo: 23/14882-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2024
Vigência (Término): 31 de março de 2028
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral
Beneficiário:Natalia Victoriano de Araujo
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Escherichia coli   Fatores de virulência   Bacteriologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:coli | E | Eaec | ExPEC | Fatores de virulência | Paa | Bacteriologia

Resumo

Considerava-se que cepas patogênicas de Escherichia coli possuíam a capacidade de ocasionar somente infecções intestinais (II) ou extra intestinais (IEI). Porém, estudos recentes têm relatado a ocorrência de cepas de E. coli levando a ambos os tipos de infecções em um mesmo paciente. O frequente isolamento de E. coli enteroagregativa (EAEC) de sítios de infecções extra intestinais levantou o questionamento sobre a relevância dos plasmídeos pAA, codificando os principais fatores de virulência desse patotipo, na patogênese de infecções extra intestinais. Visando entender se a presença dos plasmídeos pAA poderia contribuir com o aumento do potencial de virulência de cepas de ExPEC, neste estudo, será analisada a contribuição do plasmídeo pAA no potencial de virulência extra intestinal. Serão analisadas e comparadas, com relação ao potencial patogênico extra intestinal, cepas E. coli uropatogênica (UPEC) que continham pAA e cepas isogênicas, que tiveram o pAA eliminado in vitro ou transferido para cepas de E. coli comensais ou provenientes de infecção do trato urinário, que receberam pAA horizontalmente. As cepas serão testadas in vitro em ensaios de resistência à atividade bactericida do soro, eficiência de interação com diferentes linhagens celulares extra intestinais e eficiência de crescimento in vitro. Estas cepas também serão testadas em ensaios in vivo para avaliação de virulência extraintestinal e avaliação de alterações epigenéticas, em modelo alternativo de Galleria mellonella.

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