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Forçantes orbitais e a evolução da Monção Sul Americana do Mioceno tardio ao início do Plioceno

Processo: 23/02970-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2024
Vigência (Término): 31 de março de 2026
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica
Pesquisador responsável:Luigi Jovane
Beneficiário:Allana Queiroz de Azevedo
Instituição Sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/24946-9 - Mudanças do nível do mar e o Sistema Monçônico Global: avaliação através de testemunhos marinhos no Brasil, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Paleoclimatologia   Paleoceanografia   Plioceno   Mioceno   Monção da América do Sul   Dióxido de carbono supercrítico
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Inicio do Plioceno | Margem equatorial Brasileira | Mioceno tardio | Monção Sul americana | níveis de CO2 | paleovegetação | Paleoclimatologia, Paleoceanografia

Resumo

As regiões de monções em todo o mundo são locais-chave que abrigam a vida de várias pessoas. Na América do Sul, dados limitados dificultam nosso conhecimento sobre o futuro do Sistema de Monção Sul Americana (SAMS) e, portanto, ainda não está claro como esse sistema se comportará diante do aquecimento global. Para definir modelos mais precisos acerca da variabilidade de chuvas futuras de monções é fundamental avaliar os dados paleoclimáticos e, desse modo, buscaremos reconstruir a variabilidade do SAMS do Mioceno tardio até o início do Plioceno por meio de registros sedimentares da Margem Equatorial Brasileira. Para atingir esse objetivo, construiremos um modelo de idade calibrado astronomicamente, analisaremos o sinal isotópico de foraminíferos planctônicos e bentônicos (´18O, ´13O), analisaremos a paleovegetação sob influência de SAMS (análise palinológica) e reconstruiremos os níveis de pCO2 da atmosfera com base em ´11B de foraminíferos planctônicos. Com isso esperamos abordar o seguinte: 1) compreender a relação entre as flutuações do nível do mar na plataforma continental brasileira, os níveis atmosféricos de CO2 e o SAMS durante do Mioceno tardio ao início do Plioceno; 2) O SAMS variou de acordo com os níveis atmosféricos de CO2 durante esse período?; 3) Temperaturas mais frias na termoclina acompanharam maiores emissões de CO2 para a atmosfera?; 4) O esgotamento do conteúdo de calor da termoclina no Atlântico Sul funcionou como feedback positivo amplificando o forçamento orbital? (AU)

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