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Expansão de células-tronco hematopoéticas mediada por UM171 em pacientes com anemia imune aplástica: escalonamento clínico para terapia.

Processo: 24/01325-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 10 de junho de 2024
Vigência (Término): 09 de junho de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Rodrigo do Tocantins Calado de Saloma Rodrigues
Beneficiário:Alexandre Gomes de Macedo Maganin
Supervisor: Guy Sauvageau
Instituição Sede: Hemocentro de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (HCMRP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université de Montréal, Canadá  
Vinculado à bolsa:23/06646-1 - Escalonamento para estudo pré-clinico de células-tronco hematopoéticas de pacientes com Anemia Aplástica Imune expandidas com UM171, BP.PD
Assunto(s):Hematologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Cell expansion | Hematopoietic stem cells | Immune aplastic anemia | Hematologia

Resumo

Na anemia aplástica imune adquirida (AA imune), as células Th1 citotóxicas liberam citocinas que desencadeiam alterações no ciclo celular e na transcrição celular, levando à apoptose de HSC, causando insuficiência hematopoiética. Os tratamentos atuais são limitados e dificultados pela falta de doadores compatíveis e complicações. O tratamento padrão atual é o transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas, mas os doadores disponíveis são escassos e as complicações do transplante são preocupantes e aumentam com a idade. Portanto, nosso grupo vem estudando uma nova alternativa terapêutica para pacientes com anemia aplástica, através do desenvolvimento de processos de expansão de células CD34+ autólogas ex vivo. A molécula UM171, um derivado do pirimidoindol, é capaz de estimular a expansão de HSCs humanas, além de inibir sua diferenciação, permitindo o repovoamento dessas células em longo prazo em xenotransplantes. UM171 bloqueia alterações epigenéticas na célula através da potencialização de complexos responsáveis pela degradação do complexo proteico CoREST, permitindo assim o processo de autorrenovação de HSC, sugerindo que UM171 é capaz de promover a expansão in vitro de HSCs sem causar alterações genéticas nas células. Neste projeto, propomos otimizar a cultura de células CD34+ de pacientes com AA imune e determinar a dose ideal de UM171 para dimensionar as HSCs dos pacientes. Será coletada medula óssea de sete pacientes com AA imune e as HSCs serão isoladas e utilizando um protocolo de triagem, determinaremos as melhores concentrações de citocinas e do UM171 para expansão. Verificaremos a expansão fenotípica e funcional de células CD34+ em sistemas abertos e fechados. Após determinar as melhores condições de cultivo para as células, iniciaremos a padronização do dimensionamento clínico em bolsas de transfusão para células CD34+ de pacientes com AA imune. Os resultados contribuíram para estudos clínicos em pacientes com AA imune utilizando UM171.

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