| Processo: | 24/00224-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia |
| Pesquisador responsável: | Rogério Falleiros Carvalho |
| Beneficiário: | Rogério Falleiros Carvalho |
| Pesquisador Anfitrião: | Robert Cornelis Schuurink |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Amsterdam (UvA), Holanda |
| Assunto(s): | Fotomorfogênese Hormônios vegetais Fisiologia vegetal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comunicação entre a raiz e a parte aérea | Estresse biótico | fotomorfogênese | hormônios vegetais | Sinalização Molecular | Fisiologia Vegetal |
Resumo Desde a germinação até à floração, foi demonstrado que os hormônios vegetais estão envolvidos na sinalização luminosa. Por exemplo, foi demonstrado que os fitocromos, que absorvem a luz vermelha e o vermelho distante, sinalizam através dos jasmonatos (JAs) no controlo das respostas a ferimentos, um dos problemas mais preocupantes em muitas culturas. Assim, considerando a extensão do espetro luminoso, não é surpresa levantar a hipótese de que outros fotorreceptores participam na percepção da luz para modular as respostas aos ferimentos. Por exemplo, a luz azul parece ser um sinal importante que modula as respostas a ferimentos, inclusive por meio da ação do JA, mas ainda não se sabe quais e como os fotorreceptores de luz azul, como os criptocromos (crys), fazem parte dessa resposta. Assim, considerando o efeito bem conhecido da luz azul e dos JAs ao longo da comunicação raiz-parte aérea, especialmente para a resposta a ferimentos, estamos levantando a hipótese de que a luz azul modula a resposta de ferimento através da interação com os JAs. Para isso, serão realizados experimentos com duas abordagens: utilizando tomate: (i) enxertia de mutantes cry e (ii) utilização de JA exógeno ou do seu inibidor. Análises fenotípicas, de crescimento, bioquímicas e moleculares serão realizadas para confirmar ou rejeitar a hipótese. | |
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