| Processo: | 24/01315-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 29 de abril de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 25 de outubro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Francisco Chiaravalloti Neto |
| Beneficiário: | Raquel Gardini Sanches Palasio |
| Supervisor: | Monica Pirani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Imperial College London, Inglaterra |
| Vinculado à bolsa: | 21/10212-1 - "Modelagem espaço-temporal de zika e chikungunya no Brasil considerando três diferentes escalas geográficas e mudanças de climáticas", BP.PD |
| Assunto(s): | Febre de Chikungunya Mudança climática Vírus Zika Análise espacial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Chikungunya | Climate Change | spatiotemporal analysis | Zika | Análise espacial |
Resumo Chikungunya e Zika são arboviroses que apresentam sinais e sintomas semelhantes, dificultando o diagnóstico clínico e laboratorial; são transmitidos pelos mesmos vetores, Aedes aegypti e Ae. albopictus. A sua ocorrência está provavelmente relacionada com os mesmos fatores climáticos, ambientais e socioeconómicos; espera-se uma ocorrência simultânea no espaço e no tempo. Além disso, a Organização Pan-Americana da Saúde alerta para um aumento no número de casos e mortes por chikungunya e Zika na América e no Brasil acima dos relatados nos últimos anos. Este estudo tem como objetivo modelar o padrão espaçotemporal da coocorrência de Zika e chikungunya entre 2015 e 2022 em municípios brasileiros. Serão criados modelos espaço-temporais para analisar conjuntamente a incidência de Zika e chikungunya, avaliando o papel dos fatores ambientais (incluindo climáticos), sociodemográficos e socioeconómicos e utilizando estatísticas Bayesianas com a abordagem INLA. Serão utilizados dados de precipitação, temperatura, altimetria, índice de vegetação em áreas urbanas, mobilidade, percentual de áreas vegetadas e urbanizadas, percentual de domicílios atendidos com rede de esgoto, água encanada e coleta de lixo. Com os resultados deste trabalho poderemos prever as áreas de risco para a coocorrência dessas doenças no Brasil. Com isso, contribuiremos para a escolha de áreas prioritárias para implementação de atividades de vigilância e controle entomológico e epidemiológico, visando evitar ou minimizar suas ocorrências. | |
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