| Processo: | 24/02397-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Carolina Demarchi Munhoz |
| Beneficiário: | João Lucas de Sousa Peres |
| Supervisor: | Amalia Dolga |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Groningen, Holanda |
| Vinculado à bolsa: | 22/16523-1 - A influência do estresse crônico imprevisível sobre a função de oligodendrócitos do hipocampo e do córtex pré-frontal medial nos processos de memória, BP.DD |
| Assunto(s): | Microglia Estresse |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | microglia | midkine | mithocondria | stress | Neuroendocrinofarmacologia e imunomodulação |
Resumo A neuroinflamação é um fator crucial no desenvolvimento de doenças neurológicas como a doença de Alzheimer (DA). A microglia desempenha um papel essencial no processo neuroinflamatório, pois podem produzir citocinas pró-inflamatórias e também são responsáveis pela fagocitose de amiloide-beta em pacientes com DA. A disfunção mitocondrial pode desencadear a liberação de padrões moleculares associados a danos mitocondriais (mtDAMPs) identificados por receptores imunes microgliais, contribuindo assim para a progressão da neuroinflamação. O Midkine (MDK) é um fator de crescimento ligado à heparina que apresenta alta expressão em um ambiente microglial inflamatório, sendo capaz de modular a função microglial. Dados preliminares de proteômica do laboratório da Professora Amália, usando cérebros de pacientes com doença de Alzheimer, detectaram uma correlação positiva entre midkine e a expressão de amiloide-beta. Embora pesquisas crescentes revelem conexões entre esses processos, ainda existem lacunas substanciais na compreensão dos mecanismos subjacentes. Além disso, sabe-se que períodos prolongados de estresse podem afetar distúrbios relacionados à inflamação e doenças neurológicas. Nosso grupo de pesquisa demonstrou que o estresse crônico imprevisível em ratos aumenta alguns aspectos da neuroinflamação induzida por LPS, como a ativação de NF-kB e IL-1b e TNF no hipocampo e cortex pré frontal medial. No entanto, pouco se sabe sobre a influência dos hormônios do estresse e do MDK na modulação da microglia na DA. Portanto, neste projeto BEPE, temos como objetivo estudar a influência de glicocorticoides, o hormônio do estresse, na 1) expressão de MDK em microglia e amostras de cérebro humano, 2) fagocitose e metabolismo da microglia e 3) entender o impacto da modulação do MDK na função microglial. Pretendemos usar amostras de cérebro de pacientes com DA para responder ao objetivo 1 e um modelo in vitro de microglia derivada de células-tronco pluripotentes humanas para responder os objetivos 1, 2 e 3. Esses resultados produzirão informações valiosas sobre a modulação do estresse na DA e contribuirão para o desenvolvimento de novas terapias. | |
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