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Proteína Anexina A1 na retinogênese e estresse oxidativo: Estudo em organoides retinianos derivados de iPSCs humanas

Processo: 24/04275-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2024
Vigência (Término): 31 de outubro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cristiane Damas Gil
Beneficiário:Rafael André da Silva
Supervisor: Maria Natalia Vergara
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Colorado, Denver (CU), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:22/12027-0 - Proteína anexina a1 na inflamação da retinopatia diabética, BP.DR
Assunto(s):Estresse oxidativo   Engenharia tecidual
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:annexin A1 | Oxidative stress | Retinal organoids | Retinogenesis | Engenharia Tecidual

Resumo

Doenças que afetam a retina têm gatilhos comuns, como estresse oxidativo, inflamação e morte neuronal na retina. Na busca por novos alvos terapêuticos potenciais, os organoides retinianos surgem como uma plataforma robusta e tecnológica que pode auxiliar na descoberta de novas terapias. Anexina A1 (AnxA1) pertence a uma família de proteínas que se ligam a fosfolipídios de membrana de maneira dependente de cálcio. Como característica particular, AnxA1 é uma proteína com atividade anti-inflamatória e pró-resolutiva, também participando de processos relacionados à apoptose e estresse oxidativo. Em doenças oculares, o papel de AnxA1 e o uso de seu peptídeo mimético Ac2-26 como tratamento farmacológico têm sido investigados em diferentes contextos, como uveíte, ceratite, glaucoma e conjuntivite, mas pouco se sabe sobre seu papel em retina saudável e em condições de dano. Estudos conduzidos por nosso grupo no Brasil mostram que animais knockout para AnxA1 apresentam alterações no sistema de cones da retina e em células ON-bipolares e OFF-bipolares. Além disso, na retinopatia diabética crônica, animais AnxA1-/- apresentam um perfil inflamatório sistêmico exacerbado e angiogênese retiniana aumentada. Curiosamente, a falta de AnxA1 na retina está associada à regulação negativa da gliose. Assim, no presente projeto, avaliaremos o padrão de expressão de AnxA1 na retinogênese in vitro, utilizando organoides retinianos derivados de células-tronco pluripotentes induzidas humanas (iPSCs) em diferentes estágios de desenvolvimento. Além disso, investigaremos o uso potencial de Ac2-26 na resposta ao estresse oxidativo na retina in vitro utilizando organoides retinianos.

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