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Evolução e processos de diversificação biogeográfica de tarântulas Neotropicais (Mygalomorphae: Theraphosidae: Theraphosinae)

Processo: 24/06108-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2024
Vigência (Término): 31 de maio de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Antonio Domingos Brescovit
Beneficiário:Arthur Galleti Lima
Instituição Sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:22/12588-1 - Ampliação, qualificação e modernização do acervo das coleções zoológicas do Instituto Butantan com ênfase em taxonomia e sistemática em aranhas haplóginas neotropicais (Arachnida, Araneae), AP.BTA.TEM
Assunto(s):Sistemática   Biogeografia   Aranhas   Tarântula   Mygalomorphae   Theraphosidae   Biodiversidade   Filogenia   Genômica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biodiversidade | Filogenia | Genômica | Mygalomorphae | Sistemática, Taxonomia e Biogeografia de aranhas

Resumo

As tarântulas da subfamília Theraphosinae constituem o mais diversificado grupo de Mygalomorphae, uma linhagem que também inclui as aranhas teia de lençol e as aranhas de alçapão. As Theraphosinae, endêmicas do Novo Mundo, são compostas por grandes aranhas que possuem cerdas urticantes abdominais utilizadas para defesa. A morfologia dessas cerdas, assim como os caracteres morfológicos tradicionais, tem sido usada para inferir filogenias, resultando na divisão dos gêneros em diferentes grupos. Um desses grupos, formado por gêneros com cerdas urticantes do tipo III e IV, está distribuído pelas Américas, e sua história evolutiva apresenta diferentes hipóteses, dependendo do uso de dados morfológicos ou moleculares. Usando a filogenômica de Elementos Ultraconservados, o objetivo deste projeto é testar a monofilia deste grupo, e também entender a evolução de seus caracteres morfológicos, investigar a diversificação dessas linhagens e reconstruir as áreas ancestrais dessas aranhas. As amostras a serem utilizadas para análises filogenômicas serão acessadas por meio de coletas, coleções e parcerias com laboratórios da América do Sul e do México. Na eventualidade da ausência de tecidos preservados de algum táxon, ou caso novos espécimes não puderem ser coletados, amostras de museus poderão ser sequenciadas. Este estudo fornecerá uma visão abrangente da evolução, diversificação e biogeografia dessas tarântulas, utilizando métodos inovadores, úteis como um modelo para estudos biogeográficos e evolutivos que envolvam outros grupos de organismos com morfologia homogênea e topologias evolutivas discordantes. Por essas aranhas não possuírem alta capacidade de dispersão, este trabalho vai chamar a atenção para a conservação dos biomas em que vivem algumas dessas linhagens, como a Mata Atlântica e Amazônia brasileira. (AU)

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