| Processo: | 24/02937-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica |
| Pesquisador responsável: | Renata Hanae Nagai |
| Beneficiário: | Aislyn Alvarenga |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/14356-5 - A Bifurcação de Santos: presente e passado, AP.PFPMCG.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/19204-0 - Variações da temperatura das águas superficiais e intermediárias da margem S/SE brasileira desde o Último Máximo Glacial: Evidências baseadas em elementos-traço de foraminíferos, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Foraminifera Paleoceanografia Paleotemperatura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Águas intermediarias | Amoc | Foraminíferos | Paleoceanografia | paleoprodutividade | paleotemperatura | Paleoceanografia |
Resumo O Último Ciclo Glacial (últimos 125 mil anos) é marcado por diversas flutuações climáticas glaciais e interglaciais, além de uma sucessão de eventos climáticos abruptos que marcaram o registro geológico. A Circulação Meridional do Atlântico (AMOC) desempenhou um papel central no controle climático global neste período, influenciando nos padrões de temperatura, estratificação, salinidade e produtividade oceânica em escalas de décadas a milênios. Variações na intensidade da AMOC influenciaram a hidrodinâmica da margem brasileira, apresentando uma relação antifásica com a Corrente do Brasil, resultando em anomalias positivas na temperatura da superfície do mar (TSM) e na produtividade oceânica em momentos em que a AMOC estava enfraquecida. No entanto, ainda não existe um consenso na literatura sobre a resposta das águas intermediárias. Neste contexto, o presente trabalho pretende avaliar como mudanças na intensidade da AMOC impactaram as condições hidrográficas das águas superficiais e intermediárias do Atlântico Sudoeste ao longo do Último Ciclo Glacial, bem como importância de fatores regionais para a paleoprodutividade da região. Para isso, proxies geoquímicos e microfaunísticos baseados em foraminíferos planctônicos e bentônicos serão aplicados a dois testemunhos sedimentares marinhos coletados no talude superior da margem continental S/SE brasileira. Os resultados gerados devem fornecer novos insights sobre a resposta das condições ambientais e hidrodinâmicas das águas superficiais e intermediárias do Atlântico Sudoeste e a AMOC. Esses resultados são fundamentais para interpretar a complexidade nos padrões de temperatura e aporte de nutrientes regionais e inter-hemisféricos, diminuindo as lacunas no conhecimento científico sobre a resposta das águas intermediárias as mudanças climáticas globais e sua interação com a AMOC. | |
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