| Processo: | 24/01271-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Ellen Cristini de Freitas |
| Beneficiário: | Marcela Coffacci de Lima Viliod |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Exercício físico Obesidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Disfunção mitocondrial | Estresse oxidativo | exercício físico | Hipóxia inter-esforço | obesidade | Educação Física e Saúde |
Resumo A obesidade é reconhecida como uma pandemia global, sendo o Brasil um dos países com a maior taxa de prevalência da América Latina. Uma das características associadas a obesidade é a inflamação subclínica. Esta inflamação, acompanhada da hipertrofia do tecido adiposo, promove alterações metabólicas substanciais intensificando o estresse oxidativo e comprometendo a função mitocondrial. Embora o exercício físico seja uma intervenção não farmacológica amplamente reconhecida no combate a obesidade, a hipóxia apresenta-se como modalidade adjuvante emergente na literatura recente, com capacidade para amplificar os resultados terapêuticos. Paralelamente a taurina, um aminoácido sulfonado, detém propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes conhecidas. Baseando-se nessa fundamentação, este estudo visa determinar as respostas fisiológicas resultantes da combinação de exercício físico, hipóxia recuperativa e suplementação de taurina em mulheres adultas com obesidade. Para isso será realizada biopsia muscular para investigar respiração celular, expressão de genes associados ao estresse oxidativo e a dinâmica mitocondrial, ainda coleta sanguínea para traçar o perfil inflamatório e lipídico antes e após 12 semanas de exercício de alta intensidade no ciclo ergômetro associado ou não a hipóxia de recuperação e a suplementação de taurina. É esperado que haja redução do estresse oxidativo, da inflamação entre as participantes que permanecerem sob hipóxia e suplementação de taurina, alteração da composição corporal e melhora cardiorrespiratória. Entre as participantes não suplementadas, mas treinadas é esperada apenas melhora cardiorrespiratória. | |
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