| Processo: | 23/16450-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica |
| Pesquisador responsável: | Renata Hanae Nagai |
| Beneficiário: | Yan Weber Mesquita |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Microplásticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Microplásticos | Sedimento Antártico | Plástico nos Oceanos |
Resumo Os microplásticos (MPs) estão dispersos em todos os compartimentos do meio ambiente, e já são reportados ao redor do globo, inclusive na Antártica. Atualmente, trabalhos reportam concentrações de microplásticos no ar, coluna d'água, gelo e neve, sedimento e na biota, podendo causar impactos nos ecossistemas antártcos. Porém o entendimento do transporte, identificação de fontes destes microplásticos neste ambiente remoto ainda carece maior investigação, e o conhecimento de distribuição espacial e evolução temporal na Antártica pode ajudar a compreender o cenário global da poluição plástica. Este projeto, portanto, tem o objetivo de avaliar a influência do desenvolvimento de atividades humanas na presença e distribuição em caráter espacial e temporal de microplásticos na Baía do Almirantado (Ilha Rei George, Antártica). Para isso, serão analisadas amostras de sedimento superficial (referente à última década) e testemunhos sedimentares (representando o último século) já coletados em diferentes enseadas da Baía do Almirantado. A preparação das amostras consistirá de separação por densidade, através de flotação de uma subamotra em solução salina, e filtração do material sobrenatante para obtenção dos microplásticos. Então, eles serão identificados e categorizados de forma visual, e por sua composição quimica. Os resultados gerados podem ampliar o entendimento sobre a contaminação de ambientes antárticos por MPs, como áreas de maior acumulação de partículas, a evolução deste cenário nas décadas recentes e identificar potenciais fontes locais. | |
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