| Processo: | 24/12846-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Fundamentos do Planejamento Urbano e Regional |
| Pesquisador responsável: | Paula Freire Santoro |
| Beneficiário: | Felipe Suzuki Ursini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 23/10276-5 - Habitação como serviço: insumos para formulação, gestão e implementação de uma política habitacional de aluguel social em São Paulo, AP.PP |
| Assunto(s): | Aluguel Habitação social Política habitacional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aluguel | habitação de interesse social | Política habitacional | São Paulo - cidade | Políticas habitacionais |
Resumo O contexto das políticas habitacionais no mundo aponta para um papel preponderante e crescente do aluguel, na contramão da história da habitação na América Latina e Brasil, que esteve historicamente ancorada em modelos de casa própria.O Município de São Paulo possui política de locação social desde 2002, que necessita de reformulação estrutural de seus processos e instrumentos de gestão, tem escala de projeto piloto e encontra-se desestruturada, implicando reestruturação abrangente, uma Política Pública em Construção (POC).Este projeto de gestão pública pretende produzir insumos para a formulação de uma política pública de locação social para o Município de São Paulo, ao rever o arranjo institucional, os instrumentos regulatórios e de gestão; promover melhorias e inovações para que tenha efetividade; possibilitar ganho de escala; atender ao reassentamento de famílias removidas involuntariamente, compreendendo o aluguel social como um serviço habitacional público, fornecido pelo Estado, mas também em parcerias, tendo o interesse público como lógica estruturante. Esta nova concepção estrutura-se em quatro eixos que devem orientar o novo desenho: produção de novas unidades (reforma, construção e aquisição); gestão (formulação, implementação, monitoramento e avaliação do programa), acesso (critérios de seleção e priorização de demanda) e permanência (garantia de continuidade do serviço de moradia e atendimento do público-alvo).Como avanço científico, exige compreender a habitação como interesse público, e como serviço habitacional no contexto da hegemonia das finanças, onde as políticas de aluguel colaboram com a construção de permeabilidades e incentivos para esta nova fronteira para acumulação de capital, imobiliária financeira, que transforma os territórios urbanos. (AU) | |
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