| Processo: | 24/16019-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2024 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Isabel de Camargo Neves Sacco |
| Beneficiário: | Milena Bürgel Murari Fernandes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/13571-3 - Atividade neuromuscular e desempenho funcional em indivíduos com instabilidade crônica de tornozelo, copers e controles saudáveis: análise complexa de dados com EMG de alta densidade (HD-EMG), BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Biomecânica Dor Eletromiografia Instabilidade Tornozelo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomecânica | disfunção musculoesquelética | Dor | eletromiografia | Instabilidade | Tornozelo | Biomecânica |
Resumo Contexto: A prática esportiva proporciona diversos benefícios à saúde, mas pode acarretar riscos de lesões musculoesqueléticas. O entorse agudo de tornozelo é uma das lesões mais comuns, especialmente em jovens atletas, podendo levar à um conjunto de sintomas pós lesão denominado instabilidade crônica do tornozelo. Este quadro resulta de falhas sensório-motoras e mecânicas, afetando a qualidade de vida e aumentando o risco de osteoartrite de tornozelo. Estudos ainda divergem sobre os déficits de força e controle neuromuscular nesses indivíduos. A eletromiografia de alta densidade (EMG-HD) proporciona a extração de informações sobre as propriedades de condução das unidades motoras, taxas de frequência da unidade motora e estratégias de recrutamento de fibras, podendo possibilitar o avanço na compreensão sobre o controle muscular nas instabilidades crônicas de tornozelo, diferenciando indivíduos que retornam à atividade sem sintomas (copers) daqueles que desenvolvem instabilidade crônica (non-copers).Objetivo: Este estudo visa entender melhor a complexidade motora e o controle neuromuscular do tornozelo em indivíduos com instabilidade crônica (non-copers) e sem instabilidade (copers), por meio da EMG-HD. A hipótese é que indivíduos non-copers apresentem menor complexidade muscular, menor velocidade de condução muscular e de variabilidade da força em relação aos copers e controles.Métodos: Serão recrutados 48 indivíduos fisicamente ativos. Os participantes serão triados e avaliados com questionários validados e submetidos a análise da EMG-HD e força durante contrações isométricas. Os dados serão analisados para quantificar a variabilidade da força, complexidade da atividade muscular e velocidade de condução da fibra muscular. Para análise de força, os sinais serão processados off-line utilizando o MATLAB. Para registros de força baixo nível, a quantidade de variabilidade será quantificada pelo desvio padrão, enquanto a estrutura de variabilidade, pela sample entropy. Para análise da EMG-HD, os valores da raiz quadrada média (RMS) serão calculados para cada nível de força e normalizados para um valor de referência. A sample entropy será utilizada para caracterizar a complexidade da atividade muscular, e a velocidade de condução da fibra muscular (VCFM) será estimada no domínio da frequência. A análise estatística será realizada utilizando ANOVAs mistas bidirecionais comparando os três grupos experimentais, seguidas de testes post hoc de Newman-Keuls, com um nível de significância estabelecido em 0,05. | |
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