| Processo: | 24/00333-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Helio Cesar Nogueira Tolentino |
| Beneficiário: | Fernanda Gervasoni |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mineralogia Terra (planeta) Radiação síncrotron Diamante |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Coromandel | Deep Earth | Diamonds | Earths mantle | Inclusions | Juína | Mineralogia |
Resumo Diamantes são os minerais de maior dureza existentes no planeta. Eles são minerais refratários e resistentes; portanto, são considerados cápsulas do tempo que podem preservar em sua estrutura inclusões minerais, de fluido e de fundido (melt) que foram aprisionadas durante a cristalização. Grande parte dos diamantes são formados na litosfera, em profundidades de cerca de 130-150 km no interior da Terra. No entanto, diamantes sublitosféricos cristalizam-se em maiores profundidades e são muito raros. Diamantes são ótimas ferramentas para a investigação e melhor compreensão sobre o manto terrestre. Isto porque as inclusões aprisionadas nos diamantes fornecem informações como condições físicas, composição química e condições redox de regiões profundas do m,anto terrestre onde o diamante se formou. Na região centro-oeste do Brasil, há muitas ocorrências de kimberlitos, muitos deles sendo diamantíferos. Embora haja vários estudos publicados sobre diamantes brasileiros e suas inclusões, estudos modernos que envolvem diferentes métodos espectroscópicos são inéditos. O objetivo deste projeto é fornecer dados inovadores para caracterizar as inclusões encontradas em diamantes brasileiros de Juína (Mato Grosso) e Coromandel (Minas Gerais), com foco no estado redox de elementos determinados para entender melhor as diferentes condições redox encontradas nas porções profundas do manto terrestre. Todo o projeto será desenvolvido na nova fonte de radiação síncrotron de 4ª geração - Sirius, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) do Brasil. (AU) | |
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