| Processo: | 24/15053-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Arthur Caye |
| Beneficiário: | João Pedro Costa Cruz |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Adolescentes Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adhd | adolescent | children | predictive factor | Infância e Adolescência |
Resumo Este projeto de pesquisa tem como objetivo incluir uma amostra brasileira nas pesquisas sobre o TDAH, incluindo as especificidades da população de um país de renda média. Com isso, elencando fatores socioculturais, econômicos e ambientais diferentes daqueles utilizados nos estudos citados no texto abaixo, típicos de países desenvolvidos. Os participantes desse estudo são crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos de 57 escolas (22 em Porto Alegre e 35 em São Paulo). Seus dados são da Coorte Brasileira de Alto Risco para Condições Mentais (Salum et al., 2015). Essas pacientes, depois de uma triagem inicial, foram separados em duas subamostras a partir da amostra inicial, sendo uma aleatória (n = 958) que pretendia ser representativa da população e uma de alto risco (n = 1.554), isto é, uma subamostra de crianças com risco aumentado para transtornos que foi baseada na presença de sintomas psiquiátricos precoces e alta carga familiar de psicopatologia avaliada pela entrevista. A partir desta Coorte, o presente estudo busca analisar a associação entre as diferentes trajetórias de TDAH ao longo do desenvolvimento e os desfechos medidos, também comparando os desfechos entre indivíduos com TDAH persistente vs. remitente e entre diferentes níveis de riscoOs resultados dessa pesquisa irão contribuir significativamente para elencar fatores correlacionados com o TDAH, como influências genéticas, grau de escolaridade, depressão da mãe, classe social familiar, maus tratos na infância e transtorno disruptivo. | |
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