| Processo: | 24/05195-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | Gisele Fabrino Machado |
| Beneficiário: | João Vitor Braga Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Adipócitos Citocinas Hematopoiese Leishmaniose Medula óssea |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adipócitos | citocinas | Hematopoiese | Leishmaniose | Medula Óssea | Hematologia/Imunologia |
Resumo As células progenitoras do sistema hematopoiético, como os progenitores mieloides comuns e os progenitores linfoides comuns, aumentam a produção de células imunes para restaurar e manter a homeostase durante a infecção crônica. O tecido adiposo da medula óssea, afeta a proliferação e diferenciação das HSCs pela secreção de adiponectina, leptina, prostaglandinas, IL-6 e outros fatores derivados relacionados aos adipócitos.A medula óssea é geralmente densamente parasitada em cães infectados. Inicialmente, a eritropoiese e a granulopoiese não normais, mas ocorre desequilíbrio funcional nesses processos, durante as fases mais avançadas da infecção, e leva à diminuição da produção celular, com repercussões sobre a condição hematológica. Essa mudança ocorre por hiperplasia histiocítica, hipoplasia eritrocítica e, com evolução da doença, para aplasia. Embora a medula óssea seja bastante afetada na leishmaniose visceral canina, estudos sobre os diferentes aspectos patológicos que afetam o tecido hematopoiético e adiposo da medula óssea são menos frequentes do que os estudos realizados em linfonodos e baço.Nosso objetivo atual é verificar, em cães naturalmente infectados com L. infantum, se ocorre influência da quantidade de gordura da medula óssea na produção de fatores que estimulam a hematopoiese. A patogenia e o agravamento dos sinais clínicos observados em cães infectados com L. infantum podem estar relacionadas a uma disfunção da produção e diferenciação de células provenientes da medula óssea relacionadas à resposta imune e inflamatória. Alterações na composição celular e de gordura da medula óssea já forma descritas em cães com leishmaniose visceral. Conforme relatado em outras doenças naturais e/ou em modelos experimentais, alterações no microambiente da medula óssea podem interferir no processo da hematopoiese. Assim, nosso objetivo é estudar a expressão relativa de RNAs de substâncias moduladoras da hematopoiese que são produzidas por células estromais, incluindo adipócitos da medula óssea, comparando o padrão da expressão genica entre cães saudáveis e cães infectados com L. infantum. Será considerado também a quantidade de tecido adiposo presente na medula óssea destes cães. | |
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