| Processo: | 24/21045-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 15 de setembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 14 de junho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia |
| Pesquisador responsável: | Daniela Tonelli Manica |
| Beneficiário: | Daniela Tonelli Manica |
| Pesquisador Anfitrião: | Maria Sol Anigstein |
| Instituição Sede: | Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (NUDECRI). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidad de Chile, Chile |
| Assunto(s): | América Latina Divulgação científica Antropologia da ciência e tecnologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | América Latina | Antropologia | Divulgação Científica | estudos feministas de ciência e tecnologia | Metodologias Experimentais | Podcast | Antropologia da ciência |
Resumo O projeto se desdobra do desejo de produzir ciências sociais atentas aos diálogos mútuos, ao compromisso de "contar outras histórias", envolvidas com sua vocalidade pública, e inventando formatos e metodologias criativas, críticas e experimentais. O objetivo é explorar a multimodalidade como metodologia de pesquisa, e as diferentes possibilidades de produzir afetos e intervenções a partir de linguagens criativas e inovadoras na ciência. A divulgação com podcast é uma parte do que se propõe como "metodologia experimental". Contar outras histórias, relatando histórias de pesquisa, tem sido não somente uma forma de ampliar e consolidar a divulgação científica na Antropologia e na área interdisciplinar Ciência, Tecnologia e Sociedade, como também de produzir fissuras e alianças em um campo que é eminentemente dominado por pesquisadores homens. O presente projeto visa desdobrar as questões de pesquisa em universidades e com pesquisadoras do Chile e Peru. Proponho conhecer, ao longo dos nove meses, diferentes pesquisadoras nesses dois países, com o objetivo de mapear trabalhos nas interfaces da antropologia feminista da ciência e da tecnologia, oferecer oficinas, entrevistar pesquisadoras, produzir episódios, construir e fortalecer uma rede de pesquisa internacional. As entrevistas feitas são, também, objetos de pesquisa e interpelação a partir das perguntas da pesquisa, que envolvem experiências e estratégias das pesquisadoras para a produção de conhecimentos (geo)politicamente situados, socialmente referenciados, com perspectivas feministas latinoamericanas decoloniais e antirracistas, nos quais o cenário das mudanças climáticas e do antropoceno estejam articulados a práticas feministas de cuidado e atenção. (AU) | |
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