| Processo: | 25/00748-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2029 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica |
| Pesquisador responsável: | Mauro Bertotti |
| Beneficiário: | Eduarda Soldi Sartori Seixas |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 23/00246-1 - Dispositivos miniaturizados visando à produção em larga escala: fabricação, caracterização e aplicações in-situ, AP.TEM |
| Assunto(s): | Eletrodos quimicamente modificados Microeletrodos No Sensores eletroquímicos Eletroanalítica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Eletrodos modificados | microeletrodos | No | sensores eletroquímicos | Eletroanalítica |
Resumo No presente projeto, pretende-se construir um sensor eletroquímico para a detecção in vivo de NO em cérebros de ratos. O sensor miniaturizado será fabricado a partir de microeletrodos de ouro, cuja superfície será modificada pela criação de estruturas nanoporosas de ouro, as quais possuem maior área superficial e centros cataliticamente ativos. Tais dispositivos deverão apresentar características favoráveis para a detecção in vivo, dentre as quais incluem-se a sensibilidade, seletividade e um limite de detecção razoável, trabalhando-se inicialmente em meio aquoso e posteriormente em tecidos biológicos (slices). Os experimentos in vitro serão realizados para avaliar a resposta do sensor em condições similares às que serão encontradas no cérebro de ratos e, neste caso, o posicionamento do sensor em regiões apropriadas dos slices deverá ser feito com elevada precisão empregando-se um microscópio eletroquímico. Os dispositivos otimizados serão implantados na cabeça de ratos anestesiados e inoculados com vírus que ativa a formação de NO após incidência de radiação (optogenética). Em etapa final, o sensor será implantado no cérebro de ratos em livre movimento, para posterior monitoramento do NO em situações nas quais eles se defrontam com seu predador (gato). | |
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