| Processo: | 24/15214-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Claudia Barbosa Fernandes |
| Beneficiário: | Natalia Dinoá Leite de Vasconcelos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/10260-3 - Do macro aos genes da membrana corioalantóide de éguas gestantes de clones equinos, AP.R |
| Assunto(s): | Equinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anexos fetais | artéria umbilical | equino | transferência nuclear de células somáticas | Veia Umbilical | Reprodução e Obstetricia Equina |
Resumo Dentre as técnicas de reprodução assistida em equinos, a clonagem comercial é uma das biotecnologias utilizadas com papel na preservação genética de alto valor e representatividade na indústria do cavalo. No entanto, esta biotécnica, ainda possui espaço para melhorias na eficiência e na diminuição das perdas durante o processo reprodutivo como um todo. A existência de alterações placentárias e anomalias no desenvolvimento embrionário e fetal fazem parte dessa lacuna de conhecimento. Estudos feitos sobre clonagem em equinos e bovinos demostraram que existem alterações na expressão gênica desses embriões, resultando em mudanças na angiogênese placentária, acompanhada da presença de edema e alterações significativas no cordão umbilical e na vasculatura da membrana coriolalantóide. Com isso, esse projeto de pesquisa tem como objetivo principal analisar a organização histológica do cordão umbilical de potros produzidos por meio de clonagem por transferência de núcleo de células somáticas (SCNT) e comparar com o de potros não clone. Para tanto foram coletados 20 fragmentos de 10 cm a partir da inserção do cordão umbilical na membrana corioalantóide (porção alantoideana) de 20 potros clones divididos em quatro grupos experimentais: I) 5 potros produzidos por técnicas de IA e TE (grupo controle); II) 5 potros viáveis produzidos por SCNT sem alterações placentárias; III) 5 potros viáveis produzidos por SCNT com alterações placentárias; e IV) 5 natimortos ou óbitos neonatais até 12 h pós nascimento. Para realizar as análises histológicas será utilizada a técnica com a coloração de Hematoxilina e Eosina (H&E) e tricrômio de Masson para analisar fibras colágenas e fibras musculares. As imagens obtidas serão processadas utilizando software de análises ImageJ.e será realizada uma análise descritiva dos resultados obtidos. | |
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