| Processo: | 25/00037-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Camila Lorenz |
| Beneficiário: | Camila Lorenz |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/13367-9 - Relações espaciais entre mosquitos (Diptera: Culicidae), ambiente e pessoas no Estado de São Paulo: uma análise sob a perspectiva One Health, AP.JP |
| Assunto(s): | Infecções por Arbovirus Dengue Entomologia Mosquitos Vírus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arboviroses | Dengue | Entomologia | mosquito | one health | Virus | Arboviroses |
Resumo Nas últimas décadas, surtos de arboviroses como Zika, dengue e febre amarela urbana têm causado um estado de emergência pública internacional. O número de casos de denguerelatados à Organização Mundial da Saúde aumentou de cerca de meio milhãoem 2000para mais de 4 milhões em 2019. Além dessas, outras arboviroses negligenciadas podem ter um papel relevante nos próximos anos devido às mudanças climáticas, aumento das taxas de desmatamento e crescimento urbano desordenado, aumentando o contato do homem com o ambiente silvestre. Sendo assim, a capacidade de detectar e prever esseseventos epidêmicos é essencial para traçar estratégias adequadas de controle. A covid-19expôs uma séria desconexão entre os domíniosanimal, humano e ambiental na agenda One Health. Um fator importante tem sido a falta de programas de pesquisa transdisciplinares que unam esses domínios. Utilizando uma abordagem multidisciplinar no conceito One Health, propomos aqui avaliar o ambiente de risco que contribui para o surgimento de arboviroses com potencial epidêmico no Estado de São Paulo. Neste projeto com cinco anos de duração, nossos dois objetivos principais serão (a) desenvolver modelos integradores utilizando informações ambientais, de vetoresmosquitos, hospedeiros e devírus/sorotipos circulantes na região, modelados para diferentes cenários de alterações climáticas e mudanças no perfil do uso do solo, e (b) investigar oportunidades para o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce para desencadear respostas estratégicas a potenciais surtos. Com isso, espera-se que as áreas de risco para arboviroses sejam identificadas, otimizando tempo e recursos além depermitir que sejam priorizadas pelos serviços de saúde. Espera-se também diminuir os riscos de surgimento de doenças epidêmicas por meio da previsão de cenários futuros através das modelagens estatísticas. (AU) | |
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