| Processo: | 25/00593-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia |
| Pesquisador responsável: | Lúcia Pereira Leite |
| Beneficiário: | Laura Missioneiro Pilotto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 24/01132-2 - Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Tecnologia Assistiva (CMDTA), AP.CCD |
| Assunto(s): | Educação inclusiva |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | acessibilidade comunicacional | educação inclusiva | materiais acessíveis | educação inclusiva |
Resumo A acessibilidade deve ser considerada no desenvolvimento de produtos, metodologias, práticas e serviços pensados para promover autonomia, qualidade de vida, independência e inclusão social, nas diferentes esferas da vida cotidiana, com destaque para o ambiente educacional. Por isso, o projeto visa ao desenvolvimento de uma proposta metodológica de formação de professores do ensino fundamental, médio e de jovens e adultos para a produção e emprego de mídia sonora acessível em contexto de sala de aula, de forma a atender o alunado, em especial o com deficiência visual, com dificuldades de aprendizagem e/ou com baixo índice/ nível inicial de alfabetização e leitura. A mídia sonora constitui-se um importante recurso de acessibilidade, dada sua riqueza de formatos e capacidade de sensibilização, além de características como baixo custo, portabilidade, fácil assimilação e autonomia, o que a faz mais prática, em certos contextos e objetivos, que as publicações impressas e digitais, o braille, os leitores de tela e outros softwares. Livros falados, audiolivros e adaptações em áudio de livros, textos, publicações jornalísticas, cadernos de atividades, jogos e outros materiais são exemplos de mídia sonora acessível que podem ser empregados em sala de aula. Tais adaptações podem ser realizadas pelos próprios professores, conforme necessidade do processo de ensino-aprendizagem, a partir do domínio da produção sonora, que inclui o atendimento aos princípios da linguagem audiofônica e a realização dos processos de roteirização, locução, sonoplastia e edição de áudio. Os formatos sonoros promovem o acesso ao conhecimento por meio de outro sentido que não a visão, no caso, a audição. A proposta prevê o desenvolvimento de material instrucional sobre tipos de adaptações possíveis, princípios para elaboração de roteiros, diretrizes para locução, parâmetros de sonoplastia e edição de áudio, bem como equipamentos necessários para a produção. O material deverá ser disponibilizado em formato digital em rede e poderá incluir texto escrito, vídeos e áudios. | |
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