| Processo: | 24/21791-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Pesquisador responsável: | Fabiana Fernandes Bressan |
| Beneficiário: | Rhaíssa Torres Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Replicação Reprogramação celular Vírus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células iPS | replicação | reprogramação celular | Virus | Reprogramação celular voltada à biotecnologia animal |
Resumo As células-tronco são células com alto potencial de diferenciação e renovação, importantes em diversas categorias funcionais, visto que possuem a capacidade de divisão e transformação em outros tipos de células. Assim, elas podem ser úteis para desenvolvimento de funções específicas. As células-tronco de pluripotência induzida (iPSCs, do inglês induced pluripotent stem cells) são fundamentais para o progresso da reprogramação celular, terapia celular, pesquisa celular e entre outros. Os morcegos (ordem Chiroptera) possuem importância no equilíbrio da natureza, dado que são fundamentais no controle de pragas agrícolas e insetos em zonas urbanas, e também são essenciais na polinização, auxiliando flores e frutos a se reproduzirem. Além de serem extremamente importantes para o bem-estar humano, possuem adaptações moleculares que viabilizam o potencial de infecção viral em suas células. Com isso, essa espécie tornou-se alvo de pesquisas para a compreensão de epidemiologias virais e análises do sistema imunológico. Estudos recentes mostraram formas que os morcegos toleram infecções virais e se eles simulam geneticamente os recursos empregados pelo vírus para evitar o sistema imune, que promove um ambiente fértil para a produção de vírus. Diversas espécies de morcegos são distribuídas em território nacional, sendo a espécie Carollia perspicillata a mais abundante no Brasil e a Sturnira lilium distribuída na América do Sul, o que as torna importantes para os estudos de virulência. A criação, então, de um banco de células pluripotentes de indivíduos de Carollia perspicillata e de Sturnira lilium representa um recurso promissor para estudos de replicação viral, como também para estudos de natureza imunológica e estudos relacionados com o envelhecimento. (AU) | |
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