| Processo: | 25/02547-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Botânica Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Inessa Lacativa Bagatini |
| Beneficiário: | Giovanna Moreno Saccucci |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Alface Fertilizantes biológicos Cianobactérias Microalgas Algologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alface | bioestimulante | Biofertilizante | cianobactéria | Microalga | ficologia |
Resumo Como alternativa ao uso de produtos danosos à biota em larga escala na agricultura, as algas podem ser utilizadas como poderosos substitutos naturais e ecologicamente amigáveis, sob a forma de bioestimulantes. Seu potencial para atuar em tal papel é derivado de seus variados compostos bioativos internos, havendo a necessidade de romper a célula para liberá-los. Uma vez no exterior, esses compostos são a base das formulações dos bioestimulantes, podendo então ser aplicados nos cultivos agrícolas. Dos resultados já reportados na literatura, destacam-se melhorias na qualidade do produto colhido, otimização da tomada de nutrientes e o crescimento vegetativo. Neste trabalho, a cianobactéria Spirulina maxima e uma cepa de microalga Streptophyta foram selecionadas para testes como bioestimulantes em alface lisa com base em revisão da literatura e passado evolutivo comum com as plantas, respectivamente. Quanto ao método de disrupção celular, foi escolhida a ultrassonicação seguida de liofilização para obtenção do extrato celular total seco. Para determinar a influência das microalgas em características da alface lisa, realizaremos duas etapas: teste de germinação com concentrações dos extratos algais de 20 e 100 mg de extrato celular total seco/L; e cultivo em casa de vegetação utilizando aplicação foliar dos extratos em concentrações de 100, 500 mg/L e 2g/L para testar seu efeito no crescimento da alface. Mediremos os efeitos na taxa e a velocidade de germinação, e no desenvolvimento radicular e aéreo da alface nos tratamentos e nos controles. (AU) | |
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