| Processo: | 25/07459-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal |
| Pesquisador responsável: | Thiago Henrique Annibale Vendramini |
| Beneficiário: | Evelyn Pasqualini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/06499-6 - Análise multi-ômica do metabolismo e microbiota de cães e gatos saudáveis e doentes, AP.GR |
| Assunto(s): | Caninos Disbiose Insuficiência renal crônica Microbiota |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | caninos | Disbiose | doença renal crônica | Microbioma | Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos |
Resumo A microbiota intestinal está envolvida em diversos processos metabólicos e imunológicos do organismo tanto de cães saudáveis como doentes. A diversidade microbiana e sua relação simbiótica com o hospedeiro são essenciais para a homeostase e o bem-estar animal. Diversos fatores podem desequilibrar a microbiota intestinal, favorecendo o desenvolvimento de doenças. Neste contexto, frente a tantas alterações metabólicas e endócrinas envolvidas na doença renal crônica (DRC), a disbiose da microbiota intestinal observada pode igualmente contribuir com o teor progressivo da mesma. Neste contexto, o presente estudo tem por objetivo analisar e compreender a complexidade do eixo intestino-rim em cães saudáveis e doentes renais crônicos. Para isso, serão selecionados dez cães de diferentes raças, com idade entre 8 a 12 anos, diagnosticados com DRC em estágios 2 ou 3 segundo as diretrizes da IRIS, e sem doenças associadas; e dez cães saudáveis, com características de idade e composição corporal similar aos com DRC, os quais irão compor o grupo controle. Após a triagem, todos os animais receberão a mesma dieta por 60 dias, seguida por 15 dias de coleta (D60-D75) para análise da microbiota fecal. Fezes frescas serão coletadas com luvas estéreis e submetidas ao sequenciamento do gene 16S rRNA. A análise dos gêneros bacterianos será feita por LEfSe; a alfa e beta-diversidade, pelos testes de Kruskal-Wallis e dissimilaridade de Bray-Curtis, respectivamente; e as diferenças no perfil geral da microbiota, por PERMANOVA (P<0,05). | |
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