| Processo: | 24/23494-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia - Sociologia Rural |
| Pesquisador responsável: | Arilson da Silva Favareto |
| Beneficiário: | Cesar Buno Favarão |
| Instituição Sede: | Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Coalizões sociais | Narrativas de transição | sistemas agroalimentares | Sociologia Rural | transição ecológica | Transições para a sustentabilidade | Transições em sistemas agroalimentares |
Resumo Os sistemas agroalimentares são um dos principais vetores das mudanças climáticas, com impactos que atravessam diversas dimensões. Um terço do total das emissões de gases de efeito estufa é gerado por esses sistemas. Em termos socioeconômicos, os modelos convencionais aprofundaram as desigualdades. Já em relação à saúde humana, a situação é paradoxal: enquanto um terço da população mundial enfrentou algum nível de insegurança alimentar em 2021, as doenças não transmissíveis causadas pela obesidade representam a principal causa de mortalidade global. Nesse contexto, emergem diferentes narrativas no debate público sobre as formas de enfrentar esses problemas e a necessidade de se efetivar uma transição sustentável nesses sistemas. No Brasil, essa discussão assume contornos específicos, pois o país é um dos principais hotspots de biodiversidade do planeta, um aspecto potencialmente positivo para o avanço em uma economia sustentável, em um cenário internacional em que o comércio agroalimentar exige cada vez mais o cumprimento de critérios socioambientais. O principal problema colocado para este projeto de pesquisa é entender por que, apesar desse contexto, ainda não se configurou uma estratégia eficaz para acelerar a transição sustentável nos sistemas agroalimentares do país. Para explicar essa questão, sugerimos a hipótese inicial de que prevalece, nos discursos e estratégias dos atores, mais a fragmentação, a sobreposição e a divergência entre temas e pautas, o que resulta na dispersão das ações nos campos onde se definem as regras dos sistemas agroalimentares. O efeito tem sido um jogo de forças e contraforças, que pouco contribui para converter as narrativas desafiadoras em uma coalizão de forças sociais capaz de acelerar uma transição sustentável nesses sistemas. | |
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