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Impacto da aglomeração proteica sobre a dinâmica estocástica de interação entre proteínas

Processo: 25/13942-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de agosto de 2026
Área de conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada
Pesquisador responsável:Rosangela Itri
Beneficiário:Pedro de Sousa Romero
Instituição Sede: Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:22/07231-7 - Plasticidade e modulação funcional de proteínas intrinsecamente desordenadas, AP.TEM
Assunto(s):Dinâmica estocástica   Interação proteína-proteína   Espalhamento de raios X a baixos ângulos   Método de Monte Carlo   Física biológica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Dinâmica Estocástica | Interação proteína-proteína | potenciais de interação | Saxs | Simulação de Monte Carlo | Física Biológica

Resumo

A concentração de biomoléculas no interior celular cria um ambiente restrito e heterogêneo que impacta a difusão, a estabilidade conformacional e as interações entre proteínas. Evidências experimentais demonstram que essa aglomeração macromolecular favorece a formação de complexos oligoméricos, estabiliza estados metaestáveis e altera as trajetórias cinéticas de associação e dissociação. Este projeto propõe investigar como a aglomeração e a variação de temperatura influenciam a dinâmica de interação entre proteínas, por meio de simulações estocásticas baseadas em Monte Carlo cinético integradas a dados experimentais de SAXS previamente obtidos para albumina sérica bovina (BSA) e lisozima. As proteínas serão representadas como esferas rígidas difusivas que interagem de forma probabilística em três dimensões, incorporando parâmetros como densidade, coeficientes de difusão e taxas cinéticas. Essa estratégia permitirá calibrar e validar o modelo, simular condições próximas ao meio intracelular e aprofundar a compreensão dos mecanismos regulatórios que emergem em ambientes densos, contribuindo para o desenvolvimento de modelos preditivos da dinâmica proteica e para o entendimento de processos biológicos sensíveis à organização espacial das biomoléculas. (AU)

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