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Proveniência e dispersão sedimentar no intervalo Ediacarano-Cambriano da Faixa Ribeira Meridional: os registros da sutura Paranapanema-Curitiba

Processo: 24/23218-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2028
Área de conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Frederico Meira Faleiros
Beneficiário:Larissa da Rocha Santos
Instituição Sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:23/16838-5 - Análise tectônica comparativa de cinturões de dobras e empurrões, AP.R
Assunto(s):Tectônica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:discordância | orógeno colisional | paleogeomorfologia | Paleotectônica | reciclagem sedimentar | Tectônica

Resumo

O Cinturão Ribeira é tradicionalmente interpretado como um orógeno Neoproterozoico - Cambriano que evoluiu de acrescionário a colisional. Em sua porção meridional (sul e sudoeste do Brasil) a Faixa Ribeira engloba unidades de ciclos de bacias distintos em um empilhamento orogênico construído durante a(s) orogenia(s) Brasiliana-Pan Africana (630 - 540 Ma), na qual vários blocos de embasamento foram amalgamados em um cenário final de colisão continental.O objetivo deste projeto de pesquisa é criar um modelo paleogeomorfológico do intervalo sin- a pós-colisional do Cinturão Ribeira Meridional, com base em dados estratigráficos, geofísicos e de proveniência. A principal hipótese é de que algumas unidades da faixa possuem conexões paleogeográficas e paleotectônicas representativas de diferentes estágios de evolução do orógeno. Essa correlação tem potencial para trazer informações sobre a dispersão sedimentar da pilha orogênica, com indicações de suas principais rotas durante o desenvolvimento de uma sutura entre os continentes Paranapanema e Curitiba-Angola.A importância de entender essa paleogeomorfologia reside no fato de que esta, é substrato para o início do ciclo gondwânico de bacias, o que até agora representa uma lacuna na compreensão da evolução geológica da região. Neste sentido, o intervalo em questão tem o potencial de elucidar os principais controles paleogemorfológicos e paleotectônicos para as bacias que se desenvolveram posteriormente à sutura destes continentes.

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