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Um enfoque museômico e morfológico dos tipos de agylla walker, 1854 depositados nos museus europeus (erebidae, arctiinae, lithosiini)

Processo: 25/12360-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Data de Início da vigência: 12 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 11 de janeiro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Simeão de Souza Moraes
Beneficiário:Georgette Paola Ancajima Alcalde
Supervisor: Marianne Espeland
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Instituição Anfitriã: Zoologisches Forschungsmuseum Alexander Koenig - Leibniz-Institut Für Biodiversität Der Tiere, Alemanha  
Vinculado à bolsa:24/01515-9 - HISTÓRIA EVOLUTIVA E BIOGEOGRAFIA DAS MARIPOSAS-LÍQUEN DO GÊNERO Agylla WALKER, 1854 (EREBIDAE, ARCTIINAE, LITHOSIINI), BP.DR
Assunto(s):Morfologia   Filogenia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:lichen moths | morphology | Museums | Phylogenomic | types | Sistemática Filogenética

Resumo

Os impactos das mudanças climáticas na biodiversidade são incalculáveis. Esforços para quantificar e compreender a perda de fauna inspiraram maneiras de medi-la. Nesse sentido, sete déficits de biodiversidade foram propostos, sendo os mais importantes aqueles que quantificam o número de espécies (déficit lineano), as relações evolutivas (déficit darwiniano) e a distribuição geográfica (déficit wallaceano). Ao preencher essas lacunas de informação, seremos capazes de entender melhor a biodiversidade e como ela está sendo afetada por mudanças antropogênicas ao longo do tempo. Museus são bibliotecas que nos permitem olhar para o passado, e novas técnicas moleculares, como a museômica, nos permitem acessar informações genômicas de espécimes coletados no século XIX. Esta nova era traz possibilidades para estudar relações filogenéticas de uma forma que, até recentemente, era inimaginável. No entanto, embora a museômica traga a possibilidade de novas perspectivas filogenéticas, não podemos desconectá-la da morfologia, que nos ajuda a entender melhor os padrões evolutivos e nos permite ver congruências entre dados de diferentes naturezas, dando mais poder explicativo às hipóteses geradas. Neste trabalho, usaremos dados genômicos e morfológicos para gerar hipóteses de relacionamento para espécies do gênero Agylla, estudando os espécimes-tipo depositados em museus europeus. Para atingir esse objetivo, serão visitadas três coleções europeias onde tipos de Agylla estão depositados, das quais obteremos DNA genômico via museômica para uma árvore filogenética e usaremos dados morfológicos que serão esclarecedores para a taxonomia de Agylla e na conclusão de um catálogo ilustrado para as espécies incluídas no gênero.

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