| Processo: | 25/20086-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Milton Costa Lima Neto |
| Beneficiário: | Gabriel Ferraz Guimarães |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 24/21237-3 - Avaliação dos mecanismos fotoprotetores e efeito de memória em cultivares de soja sob seca recorrente: Implicações para a tolerância à seca em cenários de mudanças climáticas, AP.R |
| Assunto(s): | Fotossíntese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | estresse abótico | Fotossíntese | Priming | Fisiologia do estresse abiótico |
Resumo A soja (Glycine max) é um dos pilares da agricultura brasileira, mas sua produtividade é severamente afetada pela seca, problema intensificado pelas mudanças climáticas. A seca afeta negativamente a fotossíntese e o metabolismo das plantas, limitando seu crescimento e produtividade. No entanto, as plantas desenvolveram mecanismos de tolerância, incluindo a ativação de processos fotoprotetores e o efeito memória, que permitem responder de forma mais eficiente a eventos subsequentes de estresse. Este projeto investigará se a exposição prévia à seca moderada em estágios iniciais de desenvolvimento (efeito priming) aumenta a tolerância da soja à seca recorrente. A hipótese do projeto é que a exposição prévia à seca moderada (efeito priming) em estágios iniciais de desenvolvimento otimiza a tolerância da soja a eventos subsequentes de seca. Estudos prévios demonstram que o efeito priming induz alterações fisiológicas e moleculares em plantas, como o acúmulo de osmólitos e a expressão de genes relacionados à tolerância à seca, o que confere maior resiliência a estresses futuros. Para testar essa hipótese, serão utilizadas técnicas avançadas de fisiologia vegetal, bioquímica e biologia molecular, como de análise de crescimento, trocas gasosas, rendimentos quânticos dos fotossistemas II e I, atividades enzimáticas e análises proteômicas, transcriptômicas e metabolômicas, em plantas de soja submetidas a ciclos de seca com e sem priming. Espera-se elucidar como a exposição prévia à seca afeta a eficiência fotossintética e a regulação dos mecanismos fotoprotetores para a tolerância a eventos subsequentes de estresse hídrico (efeito memória). Os resultados contribuirão para o desenvolvimento de cultivares mais resilientes à seca, com impacto positivo na produção agrícola brasileira e fortalecerão o grupo de pesquisa em Metabolismo de Plantas da UNESP, consolidando colaborações e formando recursos humanos de qualidade. | |
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