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Influência da combinação de carbamazepina e do aumento da temperatura na fisiologia reprodutiva de machos de Astyanax lacustris (Teleostei: Characiformes).

Processo: 25/06100-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Renata Guimarães Moreira Whitton
Beneficiário:Rayanne Alves dos Santos
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:24/13478-0 - Impacto das mudanças antropogênicas na fauna: contribuições da fisiologia da conservação, AP.TEM
Assunto(s):Ecossistemas aquáticos   Fármacos   Reprodução   Teleostei   Ecotoxicologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Ecossistemas aquáticos | Eixo Encéfalo-Hipófise-Gônadas | fármacos | Reprodução | Teleósteos | Ecotoxicologia

Resumo

O aumento das ações antrópicas promove a liberação de diversas substâncias nocivas nos ecossistemas. Como consequência, ocorre a intensificação do aquecimento global, gerando aumento na temperatura das águas, que, para teleósteos, pode ser prejudicial, inclusive para seu sucesso reprodutivo. Não somente isso, mas a presença de fármacos nos ecossistemas aquáticos torna desafiador sobreviver e reproduzir em um ambiente adverso. Dentre os fármacos amplamente utilizados, destaca-se a carbamazepina (CBZ), um anticonvulsivante que pode causar alterações na fisiologia reprodutiva de peixes. Quando em combinação com temperaturas elevadas, a toxicidade de fármacos, inclusive da CBZ, pode ser aumentada, causando efeitos ainda mais tóxicos. Considerando que pouco se sabe sobre essa interação de fatores (temperatura e CBZ) sobre teleósteos, inclusive sobre espécies nativas, o presente estudo tem por objetivo avaliar a influência da temperatura sobre a toxicidade da CBZ em diferentes aspectos do controle neuroendócrino da reprodução de machos de Astyanax lacustris. Os peixes serão expostos por 7 dias a duas concentrações de CBZ: 5 ug/L e 10 ug/L e duas temperaturas diferentes: controle 24 ºC ± 2 ºC e elevada 32 ºC ± 2 ºC, sendo esta simulando um cenário de aquecimento global. Serão avaliados os níveis de mRNA do gnrh no hipotálamo, do fsh¿ e lh¿ na hipófise e da hsp70 nas brânquias e no fígado dos animais, bem como será mensurada a concentração plasmática de hormônios esteroides (cortisol, testosterona, 11-cetotestosterona e 17¿-estradiol). Os resultados obtidos contribuirão para o conhecimento dos possíveis efeitos decorrentes da toxicidade da CBZ em conjunto com o crescimento exponencial das alterações climáticas globais. (AU)

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